Este post é dedicado para aqueles que precisam conectar-se de um servidor para outro sem senha. Descrevo em poucas linhas e bem mastigado como realizar esta tarefa da maneira mais simples possível.

Antes de explicar como implementar a chave, vou deixar uma pequena definição do que seria chave pública de modo geral segundo a página da Wikipedia.

A criptografia de chave pública ou criptografia assimétrica é um método de criptografia que utiliza um par de chaves: uma chave pública e uma chave privada. A chave pública é distribuída livremente para todos os correspondentes via e-mail ou outras formas, enquanto a chave privada deve ser conhecida apenas pelo seu dono.

Ok, vamos lá então.

1. No terminal, em modo texto vamos criar uma chave pública de e privada de 1024 bits.

$ ssh-keygen -b 1024 -t dsa

Logo abaixo, quando ele pedir a senha para esta chave, pressione enter até o processo terminar.

$ Generating public/private dsa key pair.
$ Enter file in which to save the key (/root/.ssh/id_dsa):
$ Enter passphrase (empty for no passphrase):
$ Enter same passphrase again:

Quando criada, aparecerá na tela algo como o que está abaixo.

$ Your identification has been saved in /root/.ssh/id_dsa.
$ Your public key has been saved in /root/.ssh/id_dsa.pub.
$ The key fingerprint is:
$ 90:00:7f:b2:46:fa:0f:ba:19:0a:cc:13:61:69:bf:06 root@seuservidor

Logo acima foi mostrado na primeira linha onde está salva sua chave pública (public key).

Vale fazer a observação que ao tentar se conectar via ssh em um servidor que tem o serviço de ssh habilitado e ativo e ainda assim não obter sucesso na conexão, você deve entrar dentro do arquivo /root/.ssh/id_dsa.pub, apagar todo o seu conteúdo e tentar novamente a conexão.

Agora, copie a chave para o servidor que deseja acessar sem senha e confirme a conexão.

$ ssh-copy-id -i ~/.ssh/id_dsa.pub seuusuario@servidor
ou
$ ssh-copy-id -i ~/.ssh/id_dsa.pub ‘seuusuario@servidor -p 8623′ (para caso sua conexão ssh utilize uma porta específica que não seja a 22).

Pronto, agora acesse sem senha com ssh seuusuario@servidor.

Hoje, vou deixar um post sobre manipulação de fitas DDS no Linux. Lembrando que fitas DDS são conhecidas como fitas DAT.

Após eu ter ganhado a tarefa de planejar o backup de alguns servidores aqui no meu serviço para dentro destas fitas, acabei recolhendo um material na net e vou postá-lo aqui.

O que você deve saber sobre estas fitas:

- Fitas DDS (DAT) são gravadas de forma sequencial e portanto não é possível gravar um arquivo e depois gravar outro em seguida, pois o último irá sempre sobrepor o anterior.

- Quando você usa outros dipositivos SCSI, o dispositivo de fita também irá entrar na controladora SCSI e por isso ela também precisará de um ID, assim como os HDs SCSI conectados na sua máquina.

Na inicialização do computador irá aparecer alguma mensagem do tipo “Reconhecendo dispositivos SCSI” ou “Scanning for SCSI devices” e logo após suas detecções, serão mostrados os modelos destes periféricos junto como seus respectivos IDs. Por isso é bom lembrar que atrás de sua gravadora SCSI contém uma alavanca ou qualquer outra coisa que possa identificar o seu ID e também por ali é possível alterar o ID desta gravadora.

Após se certificar de que foi reconhecida a sua gravadora na inicialização, verifique ela está no seu /dev efetuando o comando ls /dev:

Identificando dipositivo de gravação no /dev . Na imagem, a gravadora DAT se encontra em /dev/st0

Listando dispositivo de fita DAT no /dev

Listando dispositivo de fita DAT no /dev

Seguem abaixo os principais comandos para manipulação de fitas DDS(DAT) no Linux:

Para formatar a fita DAT:

# mt -f /dev/st0 erase

Para rebobinar a fita DAT

# mt -f /dev/st0 rewind

Para voltar a fita e ejetar:

# mt -f /dev/st0 offline

Para mostrar o status da fita:

# mt -f /dev/st0 status

Para ejetar a fita DAT:

# mt -f /dev/st0 eject
# eject /dev/st0 (2ª opção)

Para compactar e gravar todos os arquivos da pasta sistema na fita DAT.

# tar -cv -T /home/rede/sistema/* -f /dev/st0

Para gravar arquivos na fita dat:

# tar -cvf /dev/st0 nomedoarquivo

Para extrair arquivos da fita dat:

# tar -xvf /dev/st0

Para extrair arquivos específicos da fita como no exemplo abaixo:
(obs: o diretório raiz que está gravado na fita não pode
conter “/” antes do seu nome. Tem de estar como em “home” abaixo:)

# tar -xvf /dev/st0 home/analucia/pauta.doc

Para gravar na fita dat acessando de outra máquina:

# tar cf – /arquivosqueeuqueronobackup | ssh maquinaremota “dd of=/dev/st0″

Para ejetar a fita dat de outra máquina:

# ssh <maquina remota> ‘dd if=/dev/st0′ | tar xvf -

Para ler o conteúdo da fita DAT:

# tar -tvf /dev/st0

Exemplo de backup de um diretório gravando a lista de seu conteúdo em um log:

# tar -cvf /dev/st0 /home >> /root/bkplog/BACKUP_GERAL.log

Olá gente!

Primeiro post é sempre maravilhoso, tudo é muito lindo e tudo parece que sempre irá continuar muito bem, pelo simples fato de ser o primeiro post nest blog.

Bem, ao som de Asian Kung-Fu Generation postarei esta dica, que vale para os não-apaixonadas pelo Vi, pois estes entendem que são muito complicados aqueles comandos para saltar linha, identar código e outros mais. Só eu sei o que sofri quando meu professor de ensino técnico, no ano de 2001, achou que seria a hora da turma aprender Linux e lá fomos nós aprender “Vi” com uma apostila de 2 páginas e apenas com os principais comandos do editor. Pois é, que tempo bom que não volta nunca mais, ainda bem!

O legal do Vi no Red Hat 7 é que ele já era todo colorido como o próprio console do Linux e eu acha isso o máximo, pois para quem só conhecia o DOS e estava acostumado a ver aquela tela preta com letras brancas, ficou mais divertido. Pois bem, após algum tempo conheci um editor chamado Vim, que para mim já era um Vi melhorado no quesito simplicidade. Contudo, só encontrei algo ainda mais simples no editor Nano, que mais parece um bloco de notas em modo texto. O problema é que ele vem em preto e branco igual a um bloco de notas, então por que não adicionar cores a ele? Então vamos lá.

- edite o arquivo “/etc/nanorc” e abaixo de onde está marcado Color Setup descomente* todas as linhas onde está escrito #include e que estão relacionadas ao tipo de código de linguagem que você gostaria de ver suas sintaxes coloridas enquanto utiliza o Nano.

Um exemplo retirado de uma parte do código do arquivo “/etc/nanorc”, bem mastigado:

## Nanorc files
# include “/usr/share/nano/nanorc.nanorc”

## C/C++
include “/usr/share/nano/c.nanorc”    –>Repare que apenas esta linha está descomentada, isso quer dizer que os códigos em C e C++ estarão coloridos quando eu estiver utilizando-os no Nano.

## HTML
include “/usr/share/nano/html.nanorc”

## TeX
# include “/usr/share/nano/tex.nanorc”

## Quoted emails (under e.g. mutt)
# include “/usr/share/nano/mutt.nanorc”

## Patch files
# include “/usr/share/nano/patch.nanorc”

Abaixo está o editor com um código em c antes de termos descomentado qualquer linha:

Editor Nano em preto e Branco

Editor Nano em preto e Branco

Agora abaixo, uma imagem de como ficou após a linha ter sido descomentada:

Editor Nano em em cores

Editor Nano em em cores

Há também outras possibilidades de como alterar para se obter uma identação automática do código no editor Nano, mas estes parâmetros ficam mais acima no texto do arquivo de configuração e não será abordado aqui. Leia-o por completo e retire suas dúvidas.

descomente*: descomentar quer dizer retirar o símbolo # do início destas linhas, pois este símbolo significa de que se trata de um comentário e portanto o código escrito na frente não funciona.

fonte: http://lj4newbies.blogspot.com/2007/12/color-your-nano.html

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