02 – Compilando o seu programa em C no Linux

Hello friends!

Bem, não vou embromar muito porque tenho que ir embora. Então, Let’s go Bob.

 

 

 

 

fonte: http://mastigado.wordpress.com

Hoje vou deixar aqui a forma como eu acredito que deveríamos compilar o nosso programa em C no Linux, baseado no que meu professor meu ensinou.

Bem, se você tem um arquivo em C no Linux, quando for compilar o seu fonte utilize a seguinte sintaxe:

Para um arquivo

gcc -Wall -Wextra -c file.c

Para vários arquivos

gcc -Wall -Wextra -c file1.c file2.c file3.c

Onde:

  • gcc: Significa que é o compilador que você utilizará para compilar o seu código em C;
  • -Wall: Significa que você quer que todos os warnings sejam mostrados durante o processo de compilação do seu código;
  • -Wextra: Quer dizer que você também deseja ver outros warnings extras que podem existir num processo de compilação;
  • -c: Este é utilizado para dizer que determinado arquivo ou arquivos está ou estão sendo compilados e a consequência disso é que ele irá gerar um arquivo com extensão “o” de objeto;

Logo após este processo é hora de gerar o seu programa executável. E você poderá gerá-lo desta forma abaixo:

Para um arquivo

gcc -o programa file.o -lcurses

Para vários arquivos

gcc -o programa file1.o file2.o file3.o -lcurses

Onde:

  • -o: Significa que estou me referindo ao meu objeto gerado durante o processo de compilação e transformando-o num executável, que chamei de programa. No Ruindows o programa executável tem extensão e é do tipo exe.
  • -lcurses: É um parâmetro para adicionar a biblioteca do C utilizada para utilizar cores, dar suporte à mouse, etc. Você pode consultar sobre a biblioteca NCurses neste post do site Viva o Linux.

Bem, agora temos o nosso programa e que geramos inclusive com o nome de programa! Para executá-lo você pode digitar o seguinte comando:

./programa ou sh programa

Fica à seu critério.

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Algumas considerações:

Para instalar a biblioteca NCurses no Linux Debian ou em outras distribuições derivadas dele, utilize o comando abaixo no terminal:

apt-get install libncurses5-dev libncursesw5-dev

Para instalar a biblioteca que contém outras bibliotecas essenciais para a compilar e outras coisas:

apt-get install build-essential

Tá aí! Mastigado!

02 – Configurando o seu JAVA para programarmos e compilarmos (Aprenda a configurar o PATH da sua máquina)

No post anterior, fiz um exemplo básico com um “Hello World”, mas não disse como configurar o seu ambiente para programar em Java. Então, aqui neste post vou tentar esclarecer algumas coisas sobre este ambiente.

Então, let’s go Bob.

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Primeiro, vamos configurar o seu ambiente Java no Ruindows.

Quero que você saiba o que é preciso para compilar um programa em Java com apenas a utilização de seu JDK, que é o Kit de Desenvolvimento Java e que é encontrado no site da Oracle(atual proprietária do Java). Eu não irei te dar o caminho para dentro do site de onde você irá fazer o download deste JDK, pois basta você ir até lá e procurar pelo que você acha que te atende.

Bem, se você estiver utilizando o sistema operacional Ruindows, você deverá baixar um arquivo com mais ou menos este nome “jdk-6u45-windows-x64.exe“, mas isso é perfeitamente variável porque o Java já deve estar quase indo para a sua versão 9, enquanto este aí se refere a sua versão 6. Pois bem, o Java volta e meia é atualizado, então você tem que saber que funcionalidades bem antigas podem não funcionar mais em versões mais novas e vice versa.

Enfim, quando baixado o arquivo, você deverá instalá-lo em seu computador e configurar o PATH do sistema operacional para que você possa utilizar o programa do Java responsável pela compilação do seu código.

Antes, uma observação sobre o termo “compilar”. Bem resumidamente, compilar é o ato de você transformar tudo aquilo que você escreveu(seja na linguagem C, Java, C Sharp, etc) em uma coisa louca que só o computador que vai rodar o seu programa irá entender. Tem gente que chama esta coisa muito louca de bytecode(eu também costumo chamá-la assim).

Vá no menu Iniciar e digite cmd para abrir o seu prompt de comando do Ruindows(se você não souber o que é prompt, então vai continuar desse jeito que você é hoje). Em seguida, digite o path e verá algo parecido com isso:

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Com certeza irá aparecer um monte de programas no seu path. Daí, se você digitar o comando java -version, conseguirá ver a versão Java que está instalada se você instalou o seu JDK direitinho. Vale apontar aqui que para compilar um programa em Java, você deve digitar o comando javac nome_do_programa.java, onde javac significa Java Compiler(ou seja, compilador Java) e mais a frente, o nome do seu programa Java que você acabou de escrever. Então, só para ver se seu path está configurado para você poder compilar um programa Java via linha comando, digite javac no seu prompt e confira o resultado.

Se você receber a mensagem abaixo(ou algo parecido), o seu JDK não está configurado no seu path:

‘javac’ não é reconhecido como um programa interno ou externo, um programa operável ou um arquivo em lotes.

Para configurarmos isso temos duas maneiras:

Maneira 1: Crie um arquivo chamado setpathruindows.bat e coloque dentro do seu conteúdo o texto abaixo.

set path=%path%;C:\Program Files\Java\jdk1.8.0_20\bin
echo Set Path ATUALIZADO!

Onde o termo %path% simboliza todo o conteúdo do path da sua máquina que já mostramos mais acima e C:\Program Files\Java\jdk1.8.0_20\bin é o caminho da pasta bin que está dentro de onde está instalado o JDK  e que contém o programa chamado javac. Ah! Você terá de substituir o caminho da pasta bin que coloquei acima, pelo caminho da pasta bin que está no JDK da sua máquina, portanto procure e encontre, pois eu confio que você irá conseguir. Depois de confirmado e tal, vá no diretório onde está o arquivo setpathruindows.bat e execute-o(pelo prompt de comando) digitando apenas o seu nome e teclando Enter e se tudo deu certo, você poderá digitar javac e não verá aquela mensagem lá de cima novamente.

Outra coisa a ser dita é que a parte ruim desta maneira é que se você fechar o prompt e abrir novamente, você terá que executar o arquivo sepathruindows.bat novamente, pois você fez apenas um procedimento provisório. Esta forma é recomendada para quando você tem os seus códigos no seu pendrive, tem de ficar programando na faculdade e não tem permissão para ir até o Painel de Controle para alterar outras configurações mais avançadas.

Maneira 2: Esta maneira é a recomendada para quem tem o seu pczinho em casa ou no trabalho e lá pode configurar o que quiser, até o Minecraft(brincadeira, eu nem jogo Minecraft, mas não descrimino quem joga). O caminho correto no Windows 7 para sempre que você for abrir o prompt de comando e poder digitar javac sem medo é Iniciar > Painel de Controle > Sistema > Configurações Avançadas do Sistema e na guia Avançado da janela que se abrirá, clicar em Variáveis de Ambiente, irá procurar pela variável Path, em seguida clicará em editar e no final da linha do valor da variável, irá colocar um ponto e vírgula e o caminho da pasta bin do JDK Java instalado em sua máquina.

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Agora meu(minha) amigo(a), abra o seu prompt e dê o comando javac sem medo.

Agora, iremos configurar o PATH no Linux

Olha, no Linux existem mil maneiras de se preparar Neston, então, invente uma! Eu particularmente uso o meu querido Debian e lá, uso uma forma não padrão para setar a minha variável de ambiente e alguns dizem até que não é o local correto, mas por hora, vou mostrar como eu uso e ainda não tive problema.

Eu abro o console do Linux e com permissão de root, digito nano /etc/profile, onde nano é um dos editores de texto em modo de texto do Linux e profile é o arquivo que estou querendo editar.

O que farei na tela abaixo é inserir o caminho da pasta bin do meu JDK que está instalado no Linux no final da primeira linha onde está escrito PATH. Digite : e insira o caminho no final sempre dentro do parênteses.

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Para fechar o editor de texto Nano salvando o arquivo, pressione as teclas Crtl + O e em seguida tecle Enter.

Bem, após você reiniciar o seu Linux(ou digitar source /etc/profile) e executar o comando javac no console, irá ver que funcionou e se não funcionou é porque você provavelmente fez alguma cagada.

Lembrando que o Linux também tem PATH e é onde configuramos os programas ou arquivos ou qualquer outra coisa que desejamos acessar de qualquer local do sistema operacional. Para você conseguir visualizar onde estão e quais são as variáveis de ambiente no Linux, digite env no terminal.

O PATH do computador é o onde se localizam também algumas das variáveis de ambiente e por isso, grave isto, variáveis de ambiente podem ser acessadas por todo o sistema operacional, são a grosso modo, como as variáveis globais de um programa de computador.

Então, vamos agora ao principal!

Abra o console do Linux ou o prompt de comando do Windows, ambos que acabamos de configurar o path do Java.

Vá no meu post anterior criando um primeiro programa em java, copie o código do programa Hello World e cole dentro de um arquivo texto chamado HelloWorld.java

Daí, usando o console ou prompt de comando, vá até onde está este arquivo e dê o comando

javac HelloWorld.java

Ele irá criar um arquivo chamado HelloWorld.class, então novamente digite no console ou no prompt outro comando.

java HelloWorld

Neste caso, você executou um programa Java que você acabou de compilar retirando o .class de seu nome e ele tem que aparecer o que está abaixo.

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Se deu tudo certo, vou dizer o que né? Também, mastigado deste jeito!

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01 – Aprendendo C no Linux : )

Olá pessoal!

Já faz um tempo que não posto aqui e por isso voltei. : )

Bem, hoje eu pretendo começar a colocar um passo a passo do que sei de C. Talvez não seja muita coisa, mas pretendo colocar aqui algumas coisas para eu lembrar sempre quando precisar. Ok, vamos lá então.

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Abra o console do Linux(sim, do Linux mesmo, se quiser usar o Ruindows fique à vontade também) e comece a escrever:


#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main ()
{
   float fAltura, fPeso;
   char cSexo;

   printf ("Qual sua altura?\n");
   scanf ("%f",&fAltura);
   printf ("Qual o sexo da pessoa?\n");
   printf ("Digite 'm' para Masculino e 'f' para Feminino \n");
   scanf ("%c",&cSexo);

   if ( cSexo == 'm' )
   {
      fPeso = ( 72.7 * fAltura ) - 58;
      printf ("Seu peso ideal e %f\n",fPeso);
   }
   else
      if ( cSexo == 'f' )
      {
         fPeso = ( 62.1 * fAltura ) - 44.7;
         printf ("Seu peso ideal e %f\n",fPeso);
      }
      else
         {
            printf ("Sexo Invalido!\n");
         }

      system ("pause");
      return (0);
}

Ok, ok.

E o que este programa faz?

Ele pede para que você digite a altura e o sexo de uma determinada pessoa. Aff, mas que chato!

E para que serve aquele tal de #include<stdio.h> na primeira linha do código?

Para você poder utilizar funções como o scanf(já utilizado no código). Mas o que é uma função? Pois é, a grosso modo é procedimento que faz algo para você, bastando apenas depois de pronto, se quiser utilizá-lo, chamá-lo pelo seu nome. No caso acima chamamos as funções printf, scanf, system e return.

E na 2ª linha, o que é #include<stdlib.h>?

Bem, esta aí é outra biblioteca inserida no nosso código para utilizarmos outra função do C que também utilizamos acima e é chamada de system.

Mas, biblioteca não é aquela que tem na escola?

É, digamos que a nossa biblioteca contém uma série de instruções que às vezes precisamos acrescentar para nosso programa.

Tudo bem e este tal de int main()?

Olha, para executarmos um aplicativo em C, ele tem que ter uma função que chamamos de principal(main) e por algumas regras(para que ele retorne o número de argumentos(veremos mais pra frente)), ela retorna um inteiro. Inteiro? Mas o que é isso? Retorna um inteiro? Como assim? Seria como se eu jogasse um mamão pela metade para você e daí você me retorna um inteiro? É isso mesmo?

Senhores, não é isso.

Na linguagem C e nas outras que conheço, para referenciarmos as coisas, utilizamos os chamados “tipos primitivos”(sim, eu sei que existem outros tipos de tipos). Bom, eu vou deixar alguns dos que mais utilizamos descritos abaixo.

int – Só recebe números sem casas decimais definidas(este tal de int é um inteiro e sai algo do tipo: -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, etc);

float – Recebe números com casas decimais(aqueles 3.5, 5,2 e por aí vai);

char – Recebe os que chamamos de caracteres do tipo string, ou seja, de todo o tipo.

Então, vamos lá.

Se você observar, após o main, nós declaramos dois campos do tipo float(fAltura e fPeso) e eu ainda coloquei uma letra “f” antes para lembrar para todos que se trata de um float mesmo.

Logo após a declaração das variáveis float, declarei uma variável do tipo char chamada cSexo e que servirá também para o nosso programa.

Bem e o que este programa faz(tô perguntando isso novamente)?

Ele verifica se a pessoa é do sexo feminino ou masculino e com base na altura informada, ele calcula o peso ideal para aquela pessoa. Útil né?

Depois de declaradas as variáveis que iremos utilizar no nosso programa(lembre-se que é boa prática de programação a declaração de variáveis logo no começo de sua função(seja ele a principal(main) ou não), utilizamos o comando printf que é utilizado para exibir alguma coisa na tela. A primeira frase a ser exibida é “Qual é a sua altura?\n“. E é claro que você reparou este “\n” no final da frase e este “cara” quer dizer que na próxima vez em que for exibida alguma coisa na tela, este será feito na outra linha, porque “\n” significa que é um caractere de salto de linha.

Abaixo da linha onde está contido o primeiro comando printf, existe a linha que contém o comando scanf. Pois bem, este tal de scanf é responsável para ler uma entrada de dados vindo do seu teclado para dentro de uma variável. E olha que maravilhoso, você pode escolher em qual das variáveis que você declarou lá em cima que irá armazenar o que você deseja. Bem, então raciocinemos um pouco e pensemos que se eu faço uma pergunta para alguém sobre qual seria a altura dela, provavelmente eu não gostaria que ela me respondesse algo do tipo um metro e setenta, mas sim 1,7 correto? Então meus amigos, podemos supor que declaramos a nossa variável chamada fAltura para receber este tipo de argumento que esperamos(1,7 ou 1,56 ou 1,90 e por aí vai). Ok, então fica algo deste tipo:

scanf(“%f”,”&fAltura”);

Onde “%f” nos informa que queremos ler a informação para uma variável do tipo float. Sim, você pode até pensar que se já declaramos uma variável do tipo float, não deveríamos ter de colocar novamente esta informação aí, mas temos sim, pois ali estamos dizendo que tipo de valores serão lidos do teclado. Já onde está escrito “&fAltura” quer dizer em qual variável iremos guardar esta informação. Mas peraê, e este “&” aí? Pois é pessoal, quando colocamos o símbolo & antecedendo uma variável quer dizer que queremos gravar a informação no endereço de memória dela. Wooowww! O que que é isso? No endereço de memória? Por que isso não é automático sem termos de precisar ficar colocando este “&” antes? Simples, você está estudando C, uma linguagem de médio nível e daí, temos que detalhar as coisas um pouquinho mais. Mas peraê novamente e se não colocarmos esta informação antes? Simples, não irá gravar nada dentro da variável, pois quando gravamos no endereço de memória de uma variável, estamos gravando o dado no lugar onde ela realmente está. Em outras palavras, quando gravamos o dado sem o &  é como se um desconhecido passasse num carro fazendo bundalêlê para você, mas provavelmente isso não faria diferença para você, mas se todos os seus amigos te desprezassem de uma só vez, você sentiria isso porque todos eles te desprezaram colocando um “&” na frente do desprezo. Ênfú, que explicação sem noção! Mas lembrando, existem duas formas de se gravar um dado numa variável, uma é quando se está lendo um dado a partir de um dispositivo de entrada(o teclado por exemplo), que neste caso é necessário colocar o “&” antes do valor da variável e a outra maneira é por atribuição, mas desta forma não é necessário colocar este “&” antes.

Olha, mais abaixo tem outros printf e um outro scanf, mas o raciocínio é mesmo, só que invés de float é char e char meus amigos, aceita letras e números. Entendido? Espero que sim. Ah, você pode ter pensado “se char também aceita números, por que eu não declarei fAltura como char“? Simples, não dá para fazer contas de subtração, divisão, multiplicação e adição com char e sim somente com float e int(inteiro). Agora sim, entendido? Ah muleque!

Bom, agora tem uma tal de if descrito desta forma:

if( cSexo ==  ‘m’ ){

Ok, ok. Este if é o que chamamos de condição ou condicional ou como você preferir. A função dele é colocar uma condição no meio do caminho do programa para você prosseguir. Mas como assim? Imagine a seguinte situação, alguém quer entrar na sua casa e você diz que só pode entrar se a pessoa disser “por favor”, e se não disser, você não deixa ela entrar. Pronto, este é nosso if! Vamos traduzir para o nosso programa acima. Se dentro da variável cSexo estiver contida a letra m, duas coisas acontecerão:

fPeso = ( 72.7 * fAltura ) – 58;
printf (“Seu peso ideal e %f\n”,fPeso);

Primeiro, a variável fPeso receberá o resultado da conta que está à direita do sinal “=”. Mas e aí, o que significa este sinal “=”, não quer dizer “igual”? Não meus amigos, o sinal de igualdade na linguagem C é representado por “==” e o sinal “=” quer dizer que o que está à esquerda está recebendo o valor do que está à sua direita. Ai ,ai, como assim? No caso acima, a variável fPeso está recebendo o valor de 72,7 vezes o valor contido na variável fAltura, menos 58, ok? Agora, logo abaixo há outra instrução printf, só que desta vez não há somente texto a ser exibido na tela, mas também um valor de variável. Onde está escrito %f quer dizer que após a letra “e”, será exibido um valor do tipo float(número decimal) e após o fechamento das aspas e da vírgula é onde é identificado de qual variável sairá este valor. Espero que tenham entendido isso.

Mais abaixo deste primeiro if, há uma instrução chamada else, que quer dizer senão. Bem, se no if você pode dizer que se(if) uma variável conter a letra “m” você faz determinada coisa, no else significa que se esta variável NÃO conter a letra “m”, você faz outra coisa. O else sempre é o contrário do if. Veja outros exemplos magníficos: Se(if) você é bonito demais, você vai ganhar o beijo de uma princesa, senão(else), você deverá ganhar muito dinheiro para ter várias mulheres. Daí, você pode ter vários ifs dentro de elses e isto é chamado de ifs aninhados.

E para finalizar, aquela instrução system(“pause”) é utilizada no Ruindows para que o terminal não feche automaticamente(só no Ruindows) e a função return passando o parâmetro 0, quer dizer que o programa principal está retornando o número inteiro zero.

fonte: http://mastigado.wordpress.com

Bem gente, é isso aí, tá muito mastigado.

próximo post: 02 – Compilando o seu programa em C no Linux

Failed to load libGL.so no Linux

Olá para todos. Esta pequena solução é para quem está começando a programar para Android.

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Ocorre geralmente quando estou tentando iniciar um emulador do Android. Pois bem, sem muita firula, você pode fazer o seguinte:

Primeiro, você deve procurar pela biblioteca libGL.so no seu Linux.

  1. Dê um updatedb para atualizar seu arquivo database;
  2. Depois dê um locate libGL.so;
  3. Algo parecido com isso pode aparecer:

/usr/lib/i386-linux-gnu/libGL.so.1

/usr/lib/i386-linux-gnu/libGL.so.1.2

Segundo, você deverá criar um link simbólico desta biblioteca para dentro da pasta lib do seu SDK Android. Você pode fazer algo como isto:

ln -s /usr/lib/i386-linux-gnu/libGL.so.1 /opt/android-sdk-linux/tools/lib/libGL.so

Pronto! Resolvido.

fonte: http://stackoverflow.com/questions/11332817/failed-to-load-libgl-so-in-android

Instalar plugin Java no Firefox para acessar sites de banco no Linux

fonte: http://mastigado.wordpress.com

Esta é uma dica muito simples, mas para quem sempre tem de sempre instalar e reinstalar o Java(o bendito Java) no Linux, sabe que é um saco acessar sites de banco(Banco do Brasil, Caixa, Santander, Bradesco, etc) neste SO. Bem, a dica é bem simples.

  1. Você deverá ir no site http://www.java.com e baixar a versão para o seu Linux(pode ser 32 ou 64 bit). Não precisa baixar o pacote rpm, baixe o tar.gz mesmo.
  2. Depois descompacte(tar -zxvf o_seu_jre.tar.gz) o seu conteúdo dentro da pasta /usr/local. Bem, eu descompactei lá e funcionou! Então, ficará algo como isto: /usr/local/o_pacote_jre_sei_la_de_que_versao.
  3. Bem, vou supor que você tenha o Firefox instalado, tanto por ter descompactado a pasta em tar.gz ou tenha-o instalado de alguma outra forma. Pois bem, basta você ir até o diretório /usr/lib/mozilla/plugins(se não existir, crie) e criar um link simbólico lá dentro para determinada biblioteca do Java conforme orientação de instalação no site do Java. Pronto! Você provavelmente irá conseguir acessar o seu site de banco agora.
  4. E para finalizar(isso é muito importante para usuários do Linux), se você quiser que o seu Firefox tenha a opção de atualizar automaticamente habilitada, torne o seu usuário dono de seu diretório, da maneira abaixo:

chown seuusuario:seuusuario -R /nome_da_sua_pasta_do_firefox

Sim! É mole fazer isso, mas é chato ter de lembrar disso toda a vez que você tem que reinstalar um Linux em algum lugar do mundo. Tanto que estou usando o Debian Wheezy e esta dica funciona pra Slackware, Fedora ou qualquer outra distro Linux.

fonte: http://mastigado.wordpress.com

fonte: http://davelargo.blogspot.com.br/2013/05/firefox-21-changed-plugins-folder.html

Liberando seu MySQL para acesso externo

Olá para todos.

Hoje, vou deixar uma dica básica, mas que serve para galera que precisa o banco de dados MySQL externamente(noLinux de preferência).

Sabe aquela hora em que você já preparou seu banco de dados perfeitamente e precisar conectar seu sistema que não está na mesma máquina  em que se encontra o banco de dados? Pois bem, você vai precisar fazer uma pequena alteração em um arquivo do MySQL(aliás, praticamente finado MySQL, pois a Oracle não curte este negócio de free ou open source).

fonte: http://mastigado.wordpress.com

– Você deve ir até o arquivo my.cnf que pode estar em /etc/mysql/my.cnf e editar este arquivo, mas, você pode dar um updatedb e em seguida um locate my.cnf, pois pode ser que esteja em outro lugar.

– Dentro deste arquivo, existe um parâmetro chamado bind-address que deverá ser alterado para como está abaixo.

bind-address = 0.0.0.0

– Lembre-se que você deverá reiniciar o serviço do MySql logo em seguida para confirmar se surtiu efeito. Para executar este comando você pode digitar no console(mas pode ser que o comando mude):

/etc/init.d/mysql restart

– Se ainda assim não rolar, libere a porta 3306(padrão do MySql) no seu firewall(se ele estiver ativo, claro). Primeiro execute uma linha e depois a outra.

iptables -t filter -A INPUT -p tcp –dport 3306 -j ACCEPT

iptables -t filter -A INPUT -p udp –dport 3306 -j ACCEPT

– E por último, para se conectar no MySql, digite:

mysql -U root -p

E execute:

grant all privileges on *.* to ‘[usuario]‘@’%’ identified by ‘[senha]‘;

Olha, esta informação eu peguei no blog abaixo e dei uma incrementada, que por sinal estava muito bem explicada.

fonte: http://www.cjdinfo.com.br/solucao-my-sql-liberar-acesso-remoto-ao-mysql

fonte: http://mastigado.wordpress.com

Alterar campos no banco de dados para ser replicado em seu edmx

Olá pessoal,

Enquanto programo em C# utilizando edmx(usando model-fist) e não code-first, às vezes ocorrem algumas inconveniências quando preciso alterar um atributo da classe no banco, ou simplesmente excluir um campo no banco de dados. Tendo em vista esta situação, vou deixar aqui como costumo fazer estes procedimentos de uma forma que eles realmente funcionem como espero. Vamos lá então.

fonte: http://mastigado.wordpress.com

Para alterar o tamanho do campo

alter table teste alter column nome char(1) not null

Para inserir uma nova coluna no banco

alter table teste  add minhacoluna varchar(60) null

Para excluir uma coluna no banco

alter table teste drop column telefone varchar(15) null

Em seguida, abra o seu modelo edmx no Visual Studio e clique com o botão direito na área branca. No menu que irá surgir, clique em Update Model from Database.

Algumas considerações importantes sobre o mapeamento do edmx

  • Se você incluir uma nova coluna, basta executar o Update Model from Database que ele irá puxar os campos adicionados em seu banco e replicar no seu modelo.
  • Se você alterar um campo no seu banco e executar o Update Model from Database no seu edmx, ainda assim, será necessário alterá-lo manualmente no edmx.
  • Se você exclui uma coluna do banco e em seguida, executar Update Model from Database, receberá um erro informando que a tabela não foi mapeada. No exemplo abaixo, excluí a coluna telefone do meu banco e mandei atualizar no edmx.

Error 11009: Property ‘telefone’ is not mapped.

O campo que existia no banco de dados e que estava mapeado no edmx, deverá agora ser excluído manualmente no seu mapeamento edmx, após a exclusão do campo no banco.

fonte: http://mastigado.wordpress.com

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