03 – Criando uma classe em Java

Olá para todos!

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Depois que já aprendemos a compilar em Java e a configurar o PATH da máquina, por que não aprendermos o que é uma classe em programação orientada a objetos. Confesso que eu não queria estar escrevendo isso aqui agora, mas acho que é necessário para que eu possa prosseguir com outros assuntos e um deles é esse :)!

Bem…vamos lá!

Ok!

Vou tentar ser objetivo e quem ainda tiver dúvidas, pergunte.

Uma classe é como se fosse algo que guarda informação sobre outras coisas e que também pode fazer coisas. Complicado? Bem, estas coisas que ela guarda são chamados de atributos, que para nós seria mais ou menos o que forma algo. Complicado ainda? Bem, imagine uma Pessoa e essa Pessoa não deixa de ser algo (ou alguém), correto? Pois bem, essa Pessoa tem coisas tipo olhos, mãos, braços, pernas, coração, etc e todas essas coisas formam essa Pessoa e são estas “coisas” a que chamamos de atributos. Beleza então?

Pois bem e aquele lance de poder fazer coisas é como as coisas que a pessoa faz, fechar os olhos, bater palmas com as mãos, nadar com os braços, andar com pernas, fazer o coração ficar triste (:(), dormir, etc. Portanto, fazer estas coisas é chamado de método. Cada ação que a Pessoa faz (ou que a classe faz) ela tem um método para fazer isso.

Então pronto, tá tudo entendido.

Na prática é o que está abaixo (não escreve este código, apenas compare com o que falei).


public class Pessoa{

   public Olho olho;
   public Mao mao;
   public Braco braco;
   public Perna perna;
   public Coracao coracao;

   public void abrirOlhos(){
     this.olho.aberto = true;
   }

   public void baterPalmas(){
     this.mao.atividade = "Batendo palmas";
   }

   public void nadar(){
     this.nadar.atividade = "Nadando";
   }

   public void andar(){
     this.perna.atividade = "Andando";
   }

   public void coordenarRitmoDoCoracao(){
     this.coracao.batimentos = 4.7;
   }
}

Entenderam? Não precisa entender o código, apenas assimile com o que foi escrito. Não vai adiantar eu explicar um milhão de coisas como me disseram, pois é basicamente isso aí. E claro, você controla uma pessoa fazendo uma classe dessas aí, mas se você fosse fazer um jogo e tivessem personagens que são pessoas, seria parecido com isso aí, sem tirar e nem por.

E é mais ou menos por aí mesmo. Pô, tá mastigado.

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post anterior: https://mastigado.wordpress.com/2014/11/06/02-configurando-o-seu-java-para-programarmos-e-compilarmos-inclusive-o-path-da-sua-maquina/

Android Studio: Background task running indefinitely

Olá pessoal!

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Esta dica vai para quem está programando utilizando o Android Studio e vez ou outra tem problema com a rotina de background task da IDE que fica “agarrada”, principalmente quando você insere novas librarys.

 

Vá até o menu arquivo e clique em:

Invalidate Caches / Restart option

 

fonte: http://stackoverflow.com/questions/17834821/android-studio-background-task-running-indefinitely

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O tamanho da cadeia de caracteres ultrapassa o valor definido na propriedade maxJsonLength

Olá pessoal!

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Esta primeira dica de 2016 vai para quem está tendo problema com o tamanho dos caracteres Json gerados para retorno em um método.

Max Json Length

Quando isso acontece você pode tentar resolver colocando dentro do arquivo Web.config do seu projeto Asp.Net MVC, um atributo definindo o tamanho máximo de seu Json:

<system.web.extensions>
   <scripting>
      <webServices>
         <jsonSerialization maxJsonLength="500000000"/>
      </webServices>
    </scripting>
</system.web.extensions>

Ou, caso o erro persista, adicione diretamente a regra em seu código:

public ActionResult SomeControllerAction()
{
       JsonResult jsonResult = Json(AquiVaiOSeuArrayDeDadosGigantesco, 
JsonRequestBehavior.AllowGet);
       jsonResult.MaxJsonLength = int.MaxValue;
       return jsonResult;
}

Lembrando que se você quiser colocar várias variáveis dentro de seu Json, você pode fazer da forma abaixo:

JsonResult jsonResult = Json(new
{
    data = listadeitens,
    confirmacao = true
}, JsonRequestBehavior.AllowGet);

Bem, é isso aí!

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fonte: http://stackoverflow.com/questions/5692836/maxjsonlength-exception-in-asp-net-mvc-during-javascriptserializer

Instalar Xabber(“Spark”) no Android para se conectar no Openfire

Olá pessoal!

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Vou deixar um curto tutorial para instalar o aplicativo Xabber no Android. Ele praticamente faz o mesmo papel do cliente Spark para Openfire, mas é específico para Android. Também existem uns clientes para IPhone que fazem o mesmo papel, mas eu tô procurando alguém aqui dentro da empresa para lembrar como instalar(as configurações são praticamente as mesmas, mas o app é outro).

Ah claro! É bom que você esteja integrado no AD, pois caso contrário terá de alterar algumas configurações.

A tela deverá ser como a que está abaixo.

Xabber

Eu não vou colocar screenshots de instalação porque eles já atualizaram para a versão mais nova, daí as telas são diferentes das que eu já bati a foto. Enfim, rolou uma preguiça de tirar novos screenshots.

Uma observação que devo fazer é que precisei abrir a porta 5222 no meu roteador para fora, então fica a seu critério abrir esta porta ou fazer um desvio para toda a requisição que vier de fora para dentro na porta 12345678(escolha um número de sua preferência), você redireciona internamente para a 5222 como foi feito por aqui. Mas isso quem faz é o cidadão que cuida do roteador, então ele resolve :).

  • 1º – Abra o Google Play;
  • 2º – Pesquise pelo aplicativo chamado xabber;
  • 3º – Instale o Xabber;
  • 4º – Abra o aplicativo;
  • 5º – Clique em Add account;
  • 6º – Deixe marcado em Account Type em XMPP;
  • 7º – Em Username, digite o seu login_de_rede@seudominio.com(pode ser o seu domínio no-ip também se você só tiver esse :p);
  • 8º – Em Password, digite a sua senha de rede;
  • 9º – Em seguida, clique no botão Add Account que está logo abaixo;
  • 10º – Depois clique no botão Menu do seu Smartphone e em seguida na opção Settings;
  • 11º – Na nova tela que se abrirá, você deverá clicar na opção XMPP accounts e em seguida clique na conta que você criou (e que está com o ícone verde do Android);
  • 12º – Aqui meu caro, você deverá colocar o número da porta que você fez o desvio em seu roteador. Procure pela opção Port e altere o número de 5222 para o número da porta que você fez o desvio ou se não fez, deixe este mesmo.
  • 13º – Mais abaixo, clique na opção TLS/SSL usage e deixe marcado a opção Legacy SSL;
  • 14º – Pronto!

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Spatial types and functions are not available for this provider because the assembly ‘Microsoft.SqlServer.Types’ version 10 or higher could not be found

Olá pessoal, bom dia!

Eu coloquei este título grandão aí que é para justamente aqueles que estão trabalhando com a extensão espacial do SQL Server saberem como lidar com este tipo de problema. Eu expliquei aqui em outro post (https://mastigado.wordpress.com/2015/07/17/adicionar-type-dbgeography-em-seu-projeto-c-sharp/) como utilizar esta extensão espacial no C Sharp e mais especificamente no Visual Studio, mas em algum momento quando você está utilizando o seu projeto Asp.Net pode ser que apareça a mensagem abaixo se alguma coisa em específico não foi feita antes.

fonte: http:mastigado.wordpress.com

Spatial types and functions are not available for this provider because the assembly ‘Microsoft.SqlServer.Types’ version 10 or higher could not be found

Trata-se de um erro que pode ser resolvido abrindo o Package Manager Console e escolhendo o seu projeto Asp.Net para instalar a bibilioteca abaixo:

Install-Package Microsoft.SqlServer.Types

Após este procedimento, se você estiver utilizando Asp.Net, vá até o arquivo Global.asax.cs e adicione a seguinte linha dentro do método Application_Start:

SqlServerTypes.Utilities.LoadNativeAssemblies(Server.MapPath(“~/bin”));

Caso você esteja usando uma aplicação Desktop, adicione a linha abaixo  antes do código que executa suas operações espaciais.

SqlServerTypes.Utilities.LoadNativeAssemblies (AppDomain.CurrentDomain.BaseDirectory);

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Acessando seu banco de dados no Android com aSQLite Manager

Olá pessoal! Boi noite :)

Esta vai para quem está trabalhando com Android e tá afim de saber como as coisas estão sendo gravadas no sqlite.

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Você deverá baixar o aplicativo aSQLite Manager no Google Play, aqui vai o link:

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.xuecs.sqlitemanager&hl=pt_BR

Ele funciona muito bem, mas a surpresa que é você vai precisar habilitar o modo root do celular para poder acessar o diretório /data/data que é onde ficam as bases de dados dos aplicativos que você desenvolve.

Pois bem, aí vai um jogo rápido de como como colocar em rooted o Samsung Galaxy S3 Mini GT-I8200L (que é o mais problemático):

Root no Samsung Galaxy S3 Mini GT-I8200L de forma linda, maravilhosa e descomplicada!

  1. Primeiro baixe o aplicativo Vroot na versão 1.79 ou superior para PC;
  2. Habilite o modo de desenvolvedor no Android (Entrando na opção Sobre o dispositivo e em seguida clicando freneticamente na opção Nº de compilação);
  3. No modo desenvolvedor que se abrirá, habilite a depuração (modo debug);
  4. E instale o aplicativo que você baixou (Vroot) no seu computador  e com o celular ligado no cabo usb;
  5. Daí você instala no pc e manda bala até ele escrever alguma coisa tipo “complete” e reiniciar o seu celular (você pode tentar ver se esta opção de download te server: http://chinagadgetsreviews.blogspot.com.br/2014/09/download-vroot-latest-version-179.html).

Bem, voltando ao nosso foco, baixe o aplicativo SuperSU do Android e instale logo após o procedimento acima. Aqui vai o link:

https://play.google.com/store/apps/details?id=eu.chainfire.supersu&hl=pt_BR

Depois de ter instalado o SuperSu, execute o aplicativo SQLite Manager que você poderá abrir as pastinhas onde estão os bancos de dados e ver algo tipo isso (quando tentar acessar um tabela):

sqlitemanagerShow!

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Adicionar type DbGeography em seu projeto C Sharp

Olá pessoal, Hello World!

Hoje, vou deixar uma dica para aqueles estão começando utilizar a base de dados espacial do SQL Server 2008 R2 em diante.

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Quando se está trabalhando com um banco de dado contém tabelas que possuem o tipo geography, saiba que somente é possível trabalhar com ele utilizando o Entity Framework 6 (caso você só utilize Entity Framewok no seu projeto). Mas, mesmo utilizando o framework nesta versão e tiver mapeado suas tabelas em seu sistema usando o edmx é possível que um erro como o que está abaixo aconteça.

The property ‘meu_campo_geography’ on the type ‘MeuProjeto.MinhaSolution’ has a property type of ‘System.Data.Spatial.DbGeography’

Contudo isso resolve-se alterando a referência que está dentro da sua classe que contém o tipo espacial de:

‘System.Data.Spatial.DbGeography’

Para:

‘System.Data.Entity.Spatial.DbGeography’

E pronto! Resolvido.

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fonte: http://stackoverflow.com/questions/16747649/when-upgrading-from-ef5-to-ef6-should-i-replace-system-data-objects

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