Como quebrar a senha de usuário comum ou administrador no Windows 7 e Vista

Olá pessoal, tudo joinha (joinha é foda, eu acho um saco este negócio de joinha, me desculpe se você usa joinha)?

Hoje eu vou deixar uma dica para aqueles que precisam por vezes quebrar a senha de administrador do Windows 7 por aquelas coisas básicas que acontecem neste sistema operacional (“maravilhoso”). Eu precisei fazer isso porque houve a necessidade de ser virtualizar uma máquina no seu serviço que continha um sistema que precisa ser reescrito, que está obsoleto e que não poderia mais ficar ocupando um computador físico. Feita a virtualização, formataram este computador e retiram-no da árvore do AD, logo, quando tentamos acessar o virtualizado, nenhuma senha de rede permitia que logássemos novamente usando o controlador de domínio e para piorar, alguém esqueceu a senha do administrador. Pronto! Como entrar numa máquina como esta?

Bem, vou deixar alguns passos básicos que andei “colhendo” em uns blogs. Desta maneira que irei explicar é bom que você tenha um cd do Linux em mãos e que funcione o modo LIVE CD. Distribuições como Ubuntu sempre tem um LIVE CD.

observação (informação obtida em 30/03/2015): Recentemente “retestei” este método num outro Windows 7 e não funcionou. Imagino que deve ter sido por causa de alguma atualização da Microsoft que bloqueou o acesso ao prompt de comando na tela de login, mas ainda assim conseguimos quebrar a senha utilizando outro método. Agora, este outro método devo postar aqui depois.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

1º – Baixe uma ISO LiveCD de alguma distribuição GNU/Linux. Ubuntu por exemplo (é a mais “mamão com açúcar” distribuição Linux que conheço).

  1. Dê o boot pelo CD, na maioria dos PCs, basta apertar a tecla F12 (ou Del) na inicialização do sistema.
  2. Abra o modo onde você tem as acesso ao sistema de arquivos em modo gráfico e clique nas partições de Windows para montá-las;
  3. Abra o terminal e abra a sua partição onde o seu Windows está instalado e vá no diretório: diretorio_onde_esta_montada_a__sua_particao_windows\windows\system32;
  4. Dentro da pasta system32, renomeie o arquivo sethc para: sethcOLD.exe;
  5. Agora, vá até o arquivo cmd.exe, copie/cole e depois renomeie-o para: sethc.exe;

2º – Saia do Linux e entre novamente no Windows.

  1. Ao aparecer pedindo login e senha, pressione a tecla Shift cinco vezes seguidas.
  2. Quando o prompt do Windows abrir, digite command;
  3. Ao digite net user, ele irá listar todos os usuários do Windows para você;
  4. Agora, você pode ativar o usuário que deseja, caso ele esteja desabilitado com o comando net user nome_do_usuario /active:yes (para desabilitá-lo você pode usar active:false)
  5. Em seguida, você pode digitar net user nome_do_usuario nova_senha para alterar o password deste usuário;
  6. Você também pode usar o comando control userpasswords2 para alterar a senha caso prefira (ou caso não consiga da maneira acima);
  7. Agora você precisa desfazer as mudanças anteriores para impedir que alguém explore o mesmo truque e mude sua senha. Repita os passos 1 e 2 acima, e no Prompt de Comando digite copy /y c:\sethc.exe c:\windows\system32\sethc.exe e tecle Enter. Saia do prompt de comando e reinicie o computador.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

fonte: http://pcworld.com.br/dicas/2012/04/20/esqueceu-a-senha-do-windows-veja-como-reseta-la/

fonte: http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1926/resetando_senha_de_administrador_no_vista_e_seven

fonte: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Como-quebrar-senha-do-Windows-com-LiveCD-GNU-Linux

OCS Inventory: Instalação do agente via política de grupo (GPO) do Active Directory

Olá pessoal! Hello World!

Hoje iremos configurar o OCS Inventory, que é utilizado para coletar informações de hardware e software contidas em sistemas operacionais de computadores em uma rede. Para quem não sabe, o OCS Inventory é um software de inventário que te dá informações para controle do que está instalado em determinado pc, qual ip ele está utilizando, quais os softwares que estão instalados nele e enfim, a solução OCS possui um conjunto de aplicativos que permitem visualizar informações importantes para quem trabalha na área de infra.

Pretendo neste tutorial mostrar como você deve implementar o ambiente do OCS Server em conjunto com os chamados “Agents”, que são aplicativos que ficam instalados nos computadores clientes e como configurar os Agents manualmente em cada estação ou distribuí-los via GPO.

Tentei deixar bem claro e mastigado este tutorial colhendo informações de várias fontes e pessoas que trabalham com a área de infra, pois o OCS é uma solução francesa e por isso algumas fontes de informação não estão nem em inglês, o que torna um desafio maior esta busca, ainda que o básico seja simples de fazer.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Reparti este tutorial em algumas partes (porque ficou meio grande):

  • A – Instalação do OCS Server;
  • B – Configuração do OCS Agente sem GPO;
  • C – Configurando o Agent do OCS para ser distribuído via GPO;
  • D – Configurando a sua GPO no Active Directory(AD);
  • E – Conferindo as configurações no OCS;
  • F – E agora, vamos conferir as configurações do Xampp;

Resumindo (PRESTE ATENÇÃO NISSO), você terá DUAS opções de instalação e configuração:

  1. Se você prefere instalar o OCS Agent manualmente, siga os passos A, B, E e F;
  2. Senão, se você quer que o seu OCS Agent seja instalado e atualizado automaticamente em todos os PCs da sua rede toda a vez em que um computador se logue no AD, siga os passo A, C, D, E e F;

Fiz desta maneira acima também porque talvez só te interesse acessar algumas partes dele. Mas é isso.

Vamos lá? let’s go Bob!

A – 1 – Vá até o site do OCS Inventory e baixe o OCS Server(http://www.ocsinventory-ng.org/en/download/download-server.html).

A – 2 – Baixou o bicho? Então dois cliques neste troço e siga adiante

 

A – 3 – Escolha a linguagem Português Brasileiro:ocs_passo_01
A – 4 – Ele vai jogar um aviso dizendo que o Xampp não está instalado no seu pc, mas ignore, tudo next, next, next.

ocs_passo_02A – 5 – Go, go, go!

ocs_passo_03A – 6 – Aceite a licença sem reclamar de nada e prossiga.

ocs_passo_04A -7 – Defina SE QUISER o diretório de instalação do bicho.

ocs_passo_05A – 8 – Caso você já tenha o Xampp em sua máquina aqui vai minha recomendação, desinstale o que você tem e deixe marcado tudo o que tem aí e prossiga. Não tenha dor de cabeça.

ocs_passo_06A – 9 – Avance também nisso aí.

ocs_passo_07A – 10 – Para configurar o Xampp no prompt de comando continue pressionando a teclar Enter.

ocs_passo_08A – 11 – Mais uma vez, prossiga.

ocs_passo_09A – 12 – Pronto, clique em terminar e vamos mandar brasa.

ocs_passo_11

Configurando Apache e MySQL como serviço do Windows

Gente, para deixar o MySQL e o Apache como serviço, de preferência, pare os dois serviços que estão rodando (dê um Stop) e depois marque o checkbox Svc como está na figura e confira no Services do Windows. Faça isso tanto com o Apache, quanto o MySQL. E para desinstalar como serviço, pare os serviços que você está utilizando (de preferência) e desmarque o Svc do Apache e do MySQL que os serviços serão desinstalados.

01_config_porta_servicoCaso o serviço do Apache não seja iniciado (Se seu Apache iniciou sem problema, pule para o passo A – 13)

Pode acontecer de o serviço do Apache não iniciar mesmo você apertando aquele botão Start mil vezes seguidas. Se isso acontecer você pode verificar quais as portas estão em uso no seu computador, pois o Apache utiliza a porta 80 e que por vezes pode já estar sendo utilizada. Para verificar isso, abra o prompt e digite netstat -a

02_portas_netstatComo você pode ver na imagem acima, a porta 80 já está ocupada e o que faremos é alterar a porta que o Apache irá utilizar dentro de suas configurações. Bem, no meu caso, abri o arquivo que está no caminho C:\xampp\apache\conf e alterei onde está escreito Listen 80 para Listen 83 e reiniciei o Apache (não se preocupe se no Xampp ele mostra a porta 80 mesmo você tendo alterado a porta). Após reiniciado ou iniciado o Apache, digite novamente o comando netstat -a e confira.

02_novas_portas_netstat_usa

A – 13 – Após iniciar o Xampp no navegador, marque o a opção Português (Brasil) para prosseguir.

ocs_passo_12A -14 – Pronto, agora pode pular para a instalação do banco de dados do OCS.

ocs_passo_13A -15 – Depois que você entrou no Xampp usando o navegador, digite http://localhost/ocsreports.

ocs_passo_14

A – 16 – Você verá nesta tela alguns avisos do PHP pedindo para que você altere algumas configurações, mas ignore por enquanto e prossiga na instalação.

  • O login do MySQL padrão é sempre root.
  • O password dele não existe nesta configuração de Xampp, portanto deixe em branco;
  • O nome da base de dados é oscweb, portanto mantenha gravado isso aí;
  • E o nome ou endereço do servidor de banco de dados (caso for local) será qualquer_nome.

ocs_passo_15

A – 17 – Apesar de não existir este banco de dados chamado ocsweb ele irá criar tudo isso automaticamente após você digitar as configurações acima.

ocs_passo_16A – 18 – Agora digite no User, admin e no Password, admin.

ocs_passo_17

Lendas da Net

Diz uma lenda escrita num post de um fórum, que para o OCS Server reconhecer o Agent, você deve instalar sempre uma versão abaixo do Agent em referência ao OCS Server (um exemplo seria instalar o Server na versão 2.1.1 e o Agent na versão 2.0.5).

B – Configuração do OCS Agente sem GPO

Agora, fazendo a instalação do agente sem utilizar a GPO para replicar nas máquinas. Portanto aconselho só utilizar este tipo de instalação caso não utilizar GPO. Resumindo, se você não precisa utilizar GPO e prefere instalar o cliente do OCS em cada máquina manualmente, pule os passos C e D, senão pule o passo B, vá direto para o C e siga adiante.

B – 1 – Este primeiro passo é bem basicão, clique em Next!

ocs_agent_passo_01

B – 2 – Sim, pode prosseguir porque você tem que aceitar o termo de licença.

ocs_agent_passo_02

B – 3 – Neste 3º passo, deixe como está e bola pra frente. Prossiga.

ocs_agent_passo_03

B – 4 – Este passo é importantíssimo. Pois caso você altere a porta do Apache no Xampp (explicarei mais a frente como fazer tal procedimento), é necessário informar qual será a porta dele aí.

Pois bem, na figura abaixo você só deve informar o endereço IP do seu servidor, mas se for preciso informar também a porta, ficaria algo assim http://192.168.12.25:83/ocsinventory, sacaram? Estou tomando por base que você tenha alterado a porta do Apache para 83, mas no caso abaixo, a porta não foi alterada portanto ela é padrão 80 e por isso não precisa ser informada, mas eu irei trabalhar com o OCS na porta 83 no restante do tutorial.

ocs_agent_passo_04

B – 5 – Meu caro, se você tiver de usar algum tipo de proxy este aqui é o local onde você deverá configurá-lo, caso contrário, apenas avance.

ocs_agent_passo_05

B – 6 – Deixe marcado apenas a última opção, pois quando terminar de instalar, a aplicação irá iniciar “sozinhamente“.

ocs_agent_passo_06

B – 7 – E pronto! É só clicar em install agora e mandar brasa (mandar brasa é foda né? Deve ser tipo fazer um churrasco, só pode, pois não vejo menor sentido em mandar brasa).

ocs_agent_passo_07

C – Configurando o Agent do OCS para ser distribuído via GPO.

Aqui, vamo preparando a instalação do Agent para ser espalhada nas máquinas via GPO(Preparação do OCS Packager). Com este tipo de instalação do Agent você não irá precisar ir em computador por computador instalar o cliente, mas lembre-se, você tem que ter um Active Directory (AD) para fazer isso, senão, nada feito.

C – 1 – Antes de preparar o OCS Packager eu baixei um tal de PS Tools (lembrando que eu baixei este cara no site do OCS), descompactei numa pasta e coloquei o executável OCS Packager lá dentro, porque próprio instalador manda você colocar o OCS Packager dentro do mesmo diretório que contém o executável PsExec.exe e exibe este aviso aí em baixo SE VOCÊ NÃO FIZER ESTE PROCEDIMENTO.

aviso_pssecMas, como não queremos ir de encontro ao aviso do programa, faremos isso e colocaremos o executável do OCS Packager lá dentro da pastinha do PS Tools como na figura abaixo. Quem quiser saber mais sobre o que faz o PS Tools, entre no site do usuário avançado porque tem um excelente artigo sobre isso lá.

package_install_gpo_00

C – 2 – Na preparação da configuração do Agent na GPO, eu utilizei a tese do carinha de um fórum que dizia que se o OCS Server tivesse uma versão x, o agent das máquinas deveria ser de uma versão anterior, em outras palavras, eu instalei o OCS Server na versão 2.1.1.1 e o agent das máquinas instalei na versão 2.0.5. Por isso preste atenção, não significa que não funcione o agent na mesma versão do server, mas quando fui instalar usando a GPO, só consegui fazer funcionar deste jeito (agent com versão menor que o do server), então tenha em mente que você pode tentar outros tipos de instalação se preferir assim.

package_install_gpo_01

O que eu fiz na imagem acima?

  • Em Agent Setup file, coloquei o meu OCS Agent de uma versão anterior a do servidor;
  • Em Certificate file eu percebi que tinha que gerar este cara e para isso precisava de SSL no servidor, mas como eu entendi que não precisava disso para o tipo de instalação que iria usar, deixei em branco;
  • Em Plugins to include também não coloquei nada;
  • Em Comand line options eu coloquei a linha abaixo:
  • /S /NOW /SERVER=http://192.168.12.25:83/ocsinventory /NP /INSTALL /DEBUG /FORCE
  • Aonde 192.168.12.25 é o ip do servidor onde está a minha aplicação OCS Server e 83 é a porta em que ela está rodando, pois eu alterei o padrão 80 para 83, então entenda que se você usa a porta padrão 80 (ou seja, não alterou porta alguma) você não precisa deste :83, apenas deixe sem, deste jeito para ser mais exato:
  • /S /NOW /SERVER=http://192.168.12.25/ocsinventory /NP /INSTALL /DEBUG /FORCE

Entendeu? Bem, tá bem mastigado.

Agora, em Label eu também não coloquei nada. Pensei comigo para que colocar algo aí? Então eu não coloquei.

Em User coloquei o nome de um usuário admin do ad junto com o nome do domínio, tipo assim:

usuario_admin_do_ad@meudominioquerido

Em Password digitei a senha do usuário acima.

 

D – Configurando a sua GPO no Active Directory(AD)

Vou tentar ser bem básico, para aqueles que como eu, são leigos.

D – 1 – Primeiro, criaremos uma Unidade Organizacional para que possamos fazer um teste de nossa nova GPO. Você deve abrir o seu Active Directory, clicar com o botão direito em Recursos >  New > Organizational Unit.

01_criando_novo_grupo_no_reD -2 – Em seguida, dê um nome para este novo recurso. Eu vou chamá-lo de TESTEGPO.

02_grupo_test_gpoD -3 – Agora que você tem um recurso chamado de TESTEGPO, escolha um computador na sua lista de computadores do seu domínio (os meus pcs estão dentro de RECURSOS > COMPUTADORES) e clique com o botão direito em cima dele. Em seguida, clique em Move.

03_movendo_pc_para_nova_orgD – 4 – E escolha o recurso TESTEGPO para onde você irá mover este pc que foi selecionado.

04_mover_pc_para_nova_organD -5 – Em seguida, clique no menu Iniciar > Admnistrative Tools > Group Policy Management (GPO :p)

05_group_policy_managementD – 6 – Agora, clique com o botão direito em cima de Group Policy Objects e no menu que se abrirá, clique New para uma nova política de grupo de objeto.

06_criando_nova_gpoD – 7 – Eu defini o nome desta GPO como SET-OCS-CONFIG, mas fique à vontade em colocar o nome que você quiser.

07_set_ocs_configD – 8 – Agora, dentro da pasta RECURSOS, cliquemos com o botão direito em cima do recurso TESTEGPO que criamos para “linkarmos” com a GPO que acabamos de criar. No menu que se abrirá escolha a opção Link an Existing GPO.

08_linkar_uma_gpo_existenteD – 9 – Encontre a GPO chamada de SET-OCS-CONFIG que acabamos de criar e clique em OK.

09_escolhendo_gpo_para_linkD – 10 – Clique em cima deste link que foi criado e você verá ao seu lado direito sua configurações.

10_gpo_linkadasD – 11 – Agora, com o botão o direito, clique em cima do link criado e em seguida em Edit.

11_editar_gpoD – 12 – E na nova janela que se abrirá, expanda Policies > Windows Setting > Scripts (Start/Shutdown) e dê dois clique em cima de Startup (no lado direito da tela). Agora, você clicará no botão Add e em seguida no botão Browse da janela que se abrirá.

12_scritps_inicializacaoD – 13 – Em seguida, você irá procurar por aquele maravilhoso pacote do OCS que criamos só para a nossa GPO.

13_pasta_netlogonD – 14 – E irá selecioná-lo.

14_escolhendo_executavel_naD – 15 – Feito o processo da seleção do arquivo, coloque os parâmetros install /np em Script Parameters. Agora, é bom que você saiba que o seu pacote OCS deverá ficar em um local que deve ser visível para todos da rede, mais especificamente que todas as máquinas da rede consigam ler este arquivo, pois caso contrário você não conseguirá instalá-lo em todas as máquinas, compreende-me? Quero dizer que esta pastinha linda onde fica este executável deverá estar compartilhada. Feito isso, dê OK na janela.

15_adicionando_parametro_aoD – 16 – Agora, dê OK nesta janela aí também.

16_aplicando_config_gpoD – 17 – E para finalizar, clique com o botão direito em cima do seu link de sua GPO e marque a opção Enforced.

17_enforced_gpo

Pronto! Tem que funcionar assim.

D – Conferindo e testando a GPO.

My friends! Depois de ter configurado o package do OCS e sua GPOzinha linda, vamos testar para ver se o seu cliente vai pegar pegar mesmo este pacote.

D – 1 – Veja, você pode abrir  o prompt no seu cliente que está marcado no seu AD para receber a regra da GPO que criamos e digitar o comando gupdate /force para forçar a atualização das políticas do controlador de domínio a que está submetido.

01_atualizando_diretiva

D – 2 – Em seguida, você pode executar o comando gpresult /r e conferir para ver se realmente o cliente Windows pegou a regra que criamos. Tem que ter algo como no quadro abaixo.

03_conferindo_diretiva_grup

D – 3 – Bem, se a GPO SET-OCS-CONFIG estiver como na figura acima, parabéns! Você realmente sabe minimamente configurar uma GPO, senão, sorry. Refaça seus passos se você não tiver tido êxito até aqui. Se você quiser conferir no Serviço do Windows se estiver lá, é bom.

04_conferindo_no_servico

D – 4 – Agora, você pode reiniciar a sua máquina para a sua estação informar ao OCS que já tem o cliente instalado assim que ela reiniciar.

03_reiniciando_o_cliente

E – Conferindo as configurações no OCS

E – 1 – Agora que você já sabe que o OCS client foi instalado com sucesso na sua estação cliente, configura no OCS Server para ver como vão as coisas por lá. Clique lá no canto superior esquerdo da tela para conferir quantos pcs estão aparecendo.

01_pos_instalacao_configs 02_conferindo_novo_computadE – 2 – Feito isso, confira se o pc é mesmo o que você instalou e pronto, tá tudo ok.

02_conferindo_novo_computad

F – E agora, vamos conferir as configurações do Xampp

F – 1 – Entrem no diretório do Xampp. Aqui, como usei a porta 83, fica algo como http://localhost:83/security e ali, verifique como estão as configurações.

01_xampp_config

F – 2 – Logo abaixo, coloque uma senha para o usuário root (pois ela não existe ainda).

02_xampp+config

F – 3 – Em seguida, entre no OCS Reports e o observe que o sistema está avisando que o script de instalação do OCS continua existindo no diretório do Apache, a base de dados chamada ocsweb ainda está com o usuário padrão de instalação e o usuário admin do OCS ainda está configurado da mesma maneira em que foi instalado. E você terá de alterar isso.

03_xampp_config

F – 4 – Primeiro, começaremos a renomear o script de instalação do OCS (ou deletá-lo), faça o quiser, mas não deixe como está. Entre no diretório ocsreports que está dentro da pasta htdocs do Xampp e renomeie o arquivo install.php para como na figura abaixo.

04_rename_install_php

F – 5 – Bem, já diminuímos uma mensagem, vamos prosseguir, altere a senha do admin do OCS dentro do aplicativo OCS Server.

05_default_login_on_databas

F – 6 – Pronto, depois de alterado, mais uma mensagem foi embora. Let’s go.

06_update_pass_admin

F – 7 – Entre no endereço onde se encontra o seu PHPMyAdmin, digitando algo como http://localhost:83/phpmyadmin no seu navegador. Clique em Privilégios e em seguida Adicionar Novo Usuário. Crie um usuário com o nome de ocsuser e no password, oquevocequiser.

07_change_pass_mysql

F – 8 – Selecione o usuário que você criou (ocsuser) e clique em editar privilégios.

08_mysql_privileges

F – 9 – Adicione privilégios no banco Banco de Dados ocsweb.

09_select_database_on_mysql

F – 10 – Marque todos os privilégios para este usuário.

10_update_privileges

F – 11 – Vá no arquivo dbconfig.inc.php que está dentro da pasta ocsreports, que está dentro da pasta htdocs do seu diretório do Xampp, abra-o e comente as linhas que definem o usuário e senha do OCS, replique-as e deixe como está na figura abaixo. Aquela senha que você colocou o que você achou melhor, vai entrar no lugar de onde está escrito minha_senha_maravilhosa. Lembrando que eu só pedi para comentar a linhas para caso der algum pau.

11_update_pass_on_ocs

F – 12 –  As linhas 26 e 27 do arquivo ocsinventory-server.conf que está dentro da pasta extra, que está dentro da pasta conf do Apache do Xampp tem que ficar da forma como está escrito abaixo. O local do arquivo (se você instalou o Xampp no C:) é C:\xampp\apache\conf\extra\ocsinventory-server.conf.

12_update_pass_on_ocs_serve

F – 13 – Feito isso, se você quiser deletar os seus usuários ocs antigos que estão dentro do PhpMyAdmin, fique à vontade. Vai, delete.

13_remove_user_default

Bem gente, acho que agora fechou.

fonte: mastigado.wordpress.com

fonte: http://tidocumentar.blogspot.com.br/2013/04/ocs-inventory-tutorial-windows.html

Guia Objetivo do se vira no Linux

Olá Pessoal!

Este post que vou deixar hoje será atualizado de tempos em tempos (espero que sim). Vale dizer que esta pequena contribuição começou com um tutorial em um txt num mini curso de Linux que fiz na faculdade há uns 7 anos atrás e hoje, aquele “txtzinho” que tinham no máximo 30 linhas se transformou nisso que deixarei aqui a partir de agora, pois eu só repassava para meus amigos por email, mas por que não expandir esta lista?

fonte: https://mastigado.wordpress.com

São comandos que considero práticos, que ficam guardados no meu pendrive e que utilizo em constantes consultas quando tenho dúvida, pois por vezes esqueço um sintaxe ou coisa parecida.

Descrevo apenas com o “para fazer alguma coisa” + comando. Então vamos lá, bom proveito para todos.

Let’s go Bob!

 

Para compilar os arquivos em c

gcc -Wall -c file.c file1.c file2.c

 

Para gerar o seu programa após compilação utilizando a biblioteca ncurses do Linux

gcc -o programa file.o file1.o file2.o -lcurses

Para gerar o seu programa após compilação com todos warnings possíveis

gcc -c file.c file1.c file2.c -Wall -Wextra

Para gerar o seu programa após compilação com todos warnings possíveis com debbuger

gcc -c file.c file1.c file2.c -Wall -g

e para para executar o programa

ddd programa_compilado

Para compilar os arquivos em c de uma simplificada

gcc -Wall -o programa file.c

Para formatar uma unidade

mkfs.vfat /dev/fd0
(onde vfat é tipo do sistema de arquivos e fd0 é a unidade alvo)

tipos de sistemas de arquivos(ext2, ext3, ext4, reiserfs, reiser4, brtfs, jfs, xfs, squashFS, gfs, vfat, ntfs… )

Para remover o usuário e a pasta home dele

userdel -r nome_do_usuario

Para atualizar a distro (distribuições baseadas em pacotes .deb)

apt-get dist-upgrade

Para mover ou renomear um arquivo

mv <arquivo_origem> <arquivo_destino>

Para remover um programa (distribuições baseadas em pacotes .deb)

apt-get remove <nome do programa>

Para remover um programa sem deixar vestígios (distribuições baseadas em pacotes .deb)

apt-get purge <nome do programa>

Para criar senha de root no Ubuntu (que por sinal vem desabilitada na instalação)

Depois de instalar a distribuição, digite o comando no console:

sudo su

Será pedido a senha do usuário que você está usando, insira a senha
e você terá poder de root no sistema, depois disso faça:

passwd root

Aí é só definir a senha de root e confirma-lá.

Para configurar um discador no Ubuntu

sudo pppoeconf

Para reiniciar os dispositivos de rede 

sudo /etc/init.d/networking restart

Para reiniciar todos dispositivos de rede (no Slackware)

Reiniciar
/etc/rc.d/rc.inet1 restart
Iniciar
/etc/rc.d/rc.inet1 start
Parar
/etc/rc.d/rc.inet1 stop

Para inserir um script de inicialização no Debian 5 (não tem funcionado bem nas novas distros)

(O script e o usuário devem estar no diretório /etc/init.d antes de executar o comando abaixo)

Adicionar
update-rc.d script_a_ser_executado.sh defaults
Remover
update-rc.d -f script_a_ser_executado.sh remove

Para iniciar ou parar uma interface especifica (no Slackware)

ifconfig ethX down
ifconfig ethX up

Para iniciar ou parar uma interface especifica

ifdown ethX
ifup ethX

Para configurar uma interface de rede pelo console

Configurando ip e máscara de sub-rede
ifconfig eth0 172.16.2.47 netmask 255.255.0.0
Configurando o gateway
route add default gw 172.16.0.17

Para configurar um ip fixo pelo console 

Vale lembrar que se existir alguma configuração para a placa de rede em questão, ela deverá ser comentada ou apagada do arquivo.

nano /etc/network/interfaces

auto ethX
iface ethX inet static
address 192.168.1.20
netmask 255.255.255.0
gateway 192.168.1.1

Para distribuir a internet, caso haja 2 placas de rede e seja necessário fazer do Linux um proxy (no Slackware)

exemplo: temos que estipular um IP Fixo para colocarmos em nosso servidor, no caso escolhi o 192.168.0.100 com máscara 255.255.255.0, lembrando que todas as outras máquinas devem ter o gateway como 192.168.0.100, ou seja,
o IP do servidor Linux.

chmod +x /etc/rc.d/rc.ip_forward
/etc/rc.d/rc.ip_forward start
nano /etc/rc.d/rc.firewall (vai abrir o editor, insira as linhas)
iptables -t nat -A POSTROUTING -s 192.168.0.0/24 -p tcp -j MASQUERADE
chmod +x /etc/rc.d/rc.firewall
/etc/rc.d/rc.firewall

Para mostrar as regras do iptables

iptables -L

Para limpar todas as regras do iptables

iptables -F

Para liberar uma faixa de portas em específico

iptables -t filter -A INPUT -p tcp -dport porta_inicial:portal_final -j ACCEPT

Exemplo:

iptables -t filter -A INPUT -p tcp -dport 60000:60999 -j ACCEPT

Para configurar a rede com IP dinâmico (No Slackware)

pppoe-setup ou adsl-setup

Para configurar a rede com IP fixo (No Slackware)

netconfig

Para inserir os nomes de DNS para acesso à internet

nano /etc/resolv.conf

exemplo: search fundao.com.br (esta busca de domínio não é necessária)
nameserver 172.17.0.22
nameserver 172.17.0.23

Para listar todos os processos com seus devidos filhos

pstree

Para listar todos os processos com seus devidos filhos com os seus pid listados

pstree -p

Para abrir o gerenciador de processos

top

Para matar um processo

kill <pid number>

Para descobrir qual o diretório atual em que está

pwd

Para criar diretório com seu nome

mkdir <nome do diretório>

Para criar um ou mais diretórios de uma só vez

mkdir -p <caminho/diretorio1/diretorio2>
exemplo: mkdir -p /var/samba/netlogon
(samba e netlogon ainda não existiam)

Para entrar no editor do console

vim <nome do arquivo>

Para salvar o arquivo no vim

ESC -> : -> w -> q

Para sair do vim sem salvar

ESC -> : -> q -> !

Para ver o conteúdo do arquivo no próprio console

more <nome do arquivo>

Para criar um arquivo qualquer

touch <nome do arquivo>

Para ver o conteúdo do diretório atual

ls

Para exibir o conteúdo do diretório de forma detalhada com as permissões de cada arquivo

ls -l

Para exibir o conteúdo do diretório de forma detalhada com as permissões de cada arquivo e com seu tamanho

ls -lh

Para exibir todos os arquivos e os arquivos ocultos

ls – a

Para ver o tamanho dos diretórios dentro de um determinado diretório

du -kh –max-depth=1

Para ver o tamanho de somente um diretório

du -lhs /home/Documentos/

ou

du -hs /home/Documentos/

ou

du -hsb /home/Documentos/ -> retorna em bytes

du -hsk /home/Documentos/ -> retorna em KB

du -hsm /home/Documentos/ -> retorna em MB

Para ver e listar o tamanho de todos os arquivos dentro do diretório ou subdiretório(s);

du -ha (nome do arquivo)

Para listar todos os arquivos que começam com determinada(s) letra(s) ou que terminam com determinada(s) letra(s)

exemplo: ls j* ou ls jkl* ou ls *a

Para checar o sistema de arquivos do dispositivo caso tenha erros

fsck -c /dev/dispositivo

Para checar sistema de arquivo de reiserfs

reiserfsck –check /dev/hda* (no * deverá ficar o número da partição desejada)

E para confirmar, dar o comando:
reiserfsck –fix-fixable /dev/hda*

Se ainda aparecem erros, digite:
reiserfsck –rebuild-tree /dev/hda*

Se caso for utilizar em ext3
fsck.ext3 /dev/hda*

Depois: (para confirmar ou porque deu erro)
fsck.ext3 -f /dev/hda*

Se caso for utilizar em jfs
(instale antes o pacote jfsutils)
fsck.jfs -f /dev/hda*

Para criar arquivos ocultos

touch .<nome do arquivo>

Para utilizar o editor nano

nano <nome do arquivo>

Para sair de dentro do editor nano

CRTL + X

Para remover um diretório(pasta) ou subdiretórios do sistema que não tenham conteúdo dentro da(s) pasta(s)

rmdir <caminho/diretório> <caminho1/diretório1>

Para remover um diretório(pasta) do sistema que tenham conteúdo de subpasta ou com arquivos

rm -r <caminho/diretório>

Para remover um arquivo

rm <nome do arquivo>

Para ver o manual do linux

man ls e para sair do manual Ctrl + Z

Para criar um atalho (link simbólico)

ln -s [arquivo de origem] [arquivo de destino]
(arquivo de origem = para qual o atalho será feito)
(aquivo de destino = o local do atalho)

Para instalar um arquivo binário (.bin)

./<nome do arquivo>

Para alterar permissões de leitura, gravação e execução para o user(u), grupo(g) ou outros(o)

Permissões de arquivo

| u | g | o
|dono |grupos |outros
| rwx | rw | –

exemplo: r-x-r–r– 1 arthur arthur 0 2007-12-31 10:41 arq_teste

r = leitura; w = gravação; x = execução

chmod u+x <nome do arquivo> ou chmod g+w <nome do arquivo>

Este abaixo dá permissão para todos executarem

chmod +x <nome do arquivo>

Para ver a data do sistema

date

Para ver informações sobre o usuário

finger

Para localizar arquivos

find <diretório em que deseja buscar> -name <nome do arquivo>
find <diretório em que deseja buscar> -name <nome do arquivo> | grep ^e
find <diretório em que deseja buscar> -name <nome do arquivo> | less
find <diretório em que deseja buscar> -name <nome do arquivo> | home

Para localizar conteúdo dentro de arquivos

find /opt/zimbra/jetty-6.1.15/ |xargs grep -s –no-messages -i <contéudo desejado>
ENDEREÇO PARA BUSCA PARÂMETROS CONTEÚDO

Outra opção:

find /home/cpd/ |xargs grep -s -a -i palavra_chave |cut -d : -f 1

Nesta busca ela não repete e diz a quantidade de matches no final:

find /etc | xargs grep -c -s -a -i “/bin/bash” | grep -v “:0$”

Para ver a quantidade de memória RAM utilizad no sistema

É possível visualizar em bytes, megabytes, gigabytes e terabytes.
Basta acrescentar -m(megabytes), -g(gigabytes) e -t(terabytes)
free -m

Para iniciar o serviço do samba

/etc/init.d/samba start

Para parar o serviço do samba

/etc/init.d/samba stop

Para reiniciar o serviço do samba

/etc/init.d/samba restart

Para inserir um usuário no Linux

adduser <nome do usuário>

Para remover um usuário no Linux

userdel <nome do usuário>

Para remover um usuário no Linux e seu diretório home

userdel -r <nome do usuário>

Para adicionar um usuário a grupo no Linux

usermod -G <nome do grupo> <nome do usuário>

Para remover um usuário de um grupo no Linux

gpasswd -d <nome do usuário> <nome do grupo>

Para inserir um usuário no samba

smbpasswd -a <nome do usuário>
Obs: O usuário tem de existir antes no Linux e o serviço do samba tem de estar rodando.

Para remover um usuário no samba

smbpasswd -x <nome do usuário>

Para testar o serviço do samba

testparm

Para ver o status do samba

smbstatus

Para mudar permissões de execução, leitura e escrita

chmod 777 <nome do arquivo>

Para ver a quantidade usuários cadastrados no samba

sudo cat /etc/samba/smbpasswd | tr ‘:’ ‘\t’ | cut -f1 | grep -v \$$

Para ver os usuários e as máquinas cadastradas no samba

sudo cat /etc/samba/smbpasswd | cut -f1 | grep -v \$$

Para ver o ip

ifconfig

Para criar um arquivo com todos os diretórios do linux

updatedb

Para encontrar o nome do arquivo que você deseja após o updatedb

locate <nome do arquivo>

Para visualizar as partições montadas e quanto de espaço ocupam

df -h

Para ver quais partições estão mapeadas no pc

nano /etc/fstab

Para alterar data e hora no GNU/Linux, basta digitar o comando abaixo com seus respectivos valores:

date mmddhhmmyyyy

O significado de cada conjunto de caracteres é:

mm: mês
dd: dia
hh: hora
mm: minuto
yyyy: ano

Depois de digitado o comando com os respectivos valores, digite isso para salvar as alterações:

clock -w

Obs.: Algumas distros nem precisam mais desse comando.

Para identificar o tipo de sistema de arquivos no /dev

file -s /dev/sdb1

Para montar unidade de cd/dvd

mount /dev/cdrom /mnt/cdrom ou mount -t iso9660 /dev/cdrom /mnt/cdrom

Para desmontar unidade de cd/dvd

umount /dev/cdrom /mnt/cdrom

Para montar uma partição em um local em específico

mount -t <tipo de sistema de arquivos> /dev/xxx /xxx

tipos de sistemas de arquivos(ext2, ext3, ext4, reiserFS, reiser4, brtfs, jfs, xfs, squashFS, gfs, vfat, ntfs… )

Para montar uma partição do tipo cifs

sudo mount -t cifs //192.168.1.144/www /home/fulano/www –verbose -o user=usuario -rw

Para montar partição no fstab

<caminho no /dev> <caminho de onde a unidade está montada> <sistema de arquivos> <permissões>

Caso for uma partição ext3 a ser montada, pode ser usado o exemplo abaixo
/dev/sdb1 /srv ext3 defaults 1 2

Caso for uma partição ntfs:
/dev/hda1 /mnt/hda1 ntfs defaults,umask=000 0 0

Caso for uma partição fat a ser montada:
/dev/sde1 /media/CORSAIR vfat umask=000 1 0

Caso for uma partição reiserfs:
/dev/sdc /media/BACKUP reiserfs defaults 0 2

Caso for uma partição samba a ser montada(neste caso, antes deverá ser instalado o protocolo smbfs):
//192.168.1.144/www /srv/www smbfs auto,defaults,file_mode=0777,dir_mode=0777,rw,username=usuario,password=senha 2 1

Para reconfigurar os locales (para caso o sistema estar sem suporte a iso8859-1)

dkpg-reconfigure locales

Marque:

en_US ISO-8859-1
en_US.UTF-8 UTF-8
pt_BR ISO-8859-1
pt_BR.UTF-8 UTF-8

Para descobrir se determinado pacote já está instalado no sistema

which <nome do pacote>

Exemplo: which gcc

Resultado na tela: /usr/bin/gcc

Se desejar uma pesquisa mais ampla, pode ser usado o comando

whereis <nome do pacote>

Para matar um processo em específico

ps -A | grep <nome do processo>

depois:

sudo kill -9 <ID_do_processo>

Para configurar o mysql(no Slackware, mas deve servir para outras distros)

Depois da instalação do MySQL, você ainda tem que configurar pequenas coisas para que o mesmo funcione. Para isso, siga os passos abaixo (usar o usuário root).

Com o comando abaixo você instalara o banco de dados do MySQL:

# mysql_install_db

Com o banco de dados instalado, vamos agora tentar iniciar o MySQL.
Isso gerará um erro, pelo que percebi esse erro tem que ser gerado, então, não se preocupe.

# mysqld_safe &
[1] 20429
Starting mysqld daemon with databases from /var/lib/mysql
STOPPING server from pid file /var/lib/mysql/BooM.pid
060626 01:46:46 mysqld ended

Pressione somente a tecla Enter e continue seguindo os passos.

Bom, na verdade não sei explicar o que esse comando faz, mas é necessário, pois sem ele o meu MySQL não funcionou.

# chown -R mysql.mysql /var/lib/mysql

Agora tentaremos rodar o MySQL novamente:

# mysqld_safe &
[1] 21262
Starting mysqld daemon with databases from /var/lib/mysql

Isso significa que o mysql já esta rodando, então agora devemos criar uma senha para utilizarmos no MySQL.

# mysqladmin -u root -p password ‘senha_do_mysql’

Bom, quando apertarmos Enter o MySQL irá pedir uma senha, somente aperte Enter novamente.

Importante: caso o MySQL não deixe você inserir uma senha, preste atenção e olhe se ele está realmente rodando. O MySQL só deixará inserir ou trocarmos a senha se ele estiver rodando.

Bom, vamos logar no MySQL.

# mysql -p
Enter password:
Welcome to the MySQL monitor. Commands end with ; or \g.
Your MySQL connection id is 2 to server version: 4.1.14

Type ‘help;’ or ‘\h’ for help. Type ‘\c’ to clear the buffer.
mysql>

Bom, se a mensagem acima aparecer, seu MySQL está pronto para rodar.

Só lembrando, caso tenha que dar um restart no MySQL, pode usar esse comando:

# /etc/rc.d/rc.mysqld restart (citei o restart, mas pode ser o start seguido do stop)

Para acessar o mysql

mysql -u root -p

Para reler um arquivo sem ter de reiniciar serviços ou SO

Exemplo com o /etc/profile .

dentro do chroot faça:
source /etc/profile

Para listar os dispositivos que estão conectados no pc

lsmod

Para listar os dipositivos pci da máquina

lspci

Para listar os dipositivos usb da máquina

lsusb

Para listar os dipositivos de forma detalhada basta colocar a sintaxe -v

lspci -v

ou

lsusb -v

Para ver quais são as variáveis de ambiente no sistema operacional

env

Para se comunicar com outra máquina remota via ssh

ssh nome_do_usuário@ip_da_máquina

exemplo: ssh root@172.16.0.36

Para se comunicar com outra máquina remota via ssh por outra porta que não seja a 22

ssh nome_do_usuário@ip_da_máquina -p número_da_porta

exemplo: ssh root@172.16.0.36 -p 29667

Para utilizar o comando rsync em um script de backup (rsync sincroniza diretórios)

rsync -av root@10.1.1.1:/media/PASTA_A_SER_COPIADA/* /media/BACKUP_DA_PASTA

Para utilizar o comando rsync em um script de backup via ssh por outra porta que não seja a 22

rsync -av -e ‘ssh -p 29667′ root@10.1.1.1:/media/PASTA/* /media/BACKUP_DA_PASTA

ou

rsync /media/BACKUP_DA_PASTA -av -e ‘ssh -p 29667′ root@10.1.1.1:/media/PASTA/*

Para mudar o dono das pastas

chown -R /pasta usuário

Para compactar arquivos em:

.zip com compressão padrão
zip -r NovoArquivo.zip Arquivo1 Arquivo2 Diretorio1 Diretorio2

.zip com compressão máxima
zip -r -9 NovoArquivo.zip Arquivo1 Arquivo2 Diretorio1 Diretorio2

.tar
Ideal para compactar com Gzip ou Bzip2 posteriormente.
tar cvf NovoArquivo.tar Arquivo1 Arquivo2 Diretorio1 Diretorio2

.gz com compressão padrão
Gzip não suporta compactação de mais um arquivo ou de diretórios, por isso usamos antes o TAR.

gzip Arquivo.tar
Obs: O ‘Arquivo.tar’ deixará de existir e dará lugar ao ‘Arquivo.tar.gz’
.gz com compressão máxima

gzip -9 Arquivo.tar
Obs: O ‘Arquivo.tar’ deixará de existir e dará lugar ao ‘Arquivo.tar.gz’
.tar.gz

Compactando diretamente, mas o nível de compressão do Gzip será padrão.
tar czvf NovoArquivo.tar.gz Arquivo1 Arquivo2 Diretorio1 Diretorio2

.bz2 com compressão padrão
Bzip2 não suporta compactação de mais um arquivo ou de diretórios, por isso usamos antes o TAR.
bzip2 Arquivo.tar
Obs: O ‘Arquivo.tar’ deixará de existir e dará lugar ao ‘Arquivo.tar.bz2′

.bz2 com compressão máxima
bzip2 -9 Arquivo.tar
Obs: O ‘Arquivo.tar’ deixará de existir e dará lugar ao ‘Arquivo.tar.bz2′

.tar.bz2
Compactando diretamente, mas o nível de compressão do Bzip2 será padrão.
tar cjvf NovoArquivo.tar.bz2 Arquivo1 Arquivo2 Diretorio1 Diretorio2

Para descompactar estes formatos de arquivos os comandos são simples:

zip: gunzip nomedoarquivo.zip

rar: unrar x nomedoarquivo.rar

tar: tar -xvf nomedoarquivo.tar

tar.gz: tar -vzxf nomedoarquivo.tar.gz

bz2: bunzip nomedoarquivo.bz2

tar.bz2: tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2

Para editar a lista de repositórios do Debian

nano /etc/apt/sources.list

Para ver a versão do kernel

uname -r

Para ver o tamanho do arquivo ou diretório em bytes (KB/MB)

Se quiser saber o tamanho de arquivos ou diretórios de maneira sistemática e clara, você pode utilizar o comando “du” com as seguintes opções:

du -ha (nome do arquivo) => para ver e listar o tamanho de todos os arquivos dentro do diretório ou subdiretório(s);

du -hs (nome do arquivo) => para ver o tamanho de um arquivo ou diretório sem listar.

Você ainda pode usar assim:

du -hsb (nome do arquivo) => retorna o tamanho sempre em bytes;
du -hsk (nome do arquivo) => retorna o tamanho sempre em KB;
du -hsm (nome do arquivo) => retorna o tamanho sempre em MB;

Se quiser outras opções consulte o manual do comando “du” com os comandos:

du –help ou man du

Para alterar/mudar o nome da máquina

hostname novo_nome_do_computador

Para ver quais são as conexões ativas no sistema

netstat -a

ou

netstat -an s.e.u.ip

ou

netstat -nt

Para ver quais são os serviços que estão rodando em sua máquina e a porta que está utilizando (É necessário instalar o nmap antes)

nmap -sT 127.0.0.1

Para localizar um processo pelo número porta e protocolo (É necessário instalar o fuser antes)

fuser porta/protocolo

Exemplo:

fuser 9000/tcp

Para matar um processo pelo número da porta e protocolo (É necessário instalar o fuser antes)

fuser -k porta/protocolo

Exemplo:

fuser -k 9000/tcp

Para saber qual o tipo de arquivo ou diretório indicado pelo usuário conforme os padrões do sistema operacional

file <nome_do_arquivo>

Exemplo:

file package.xml

Para listar quais processos estão rodando referente ao seu usuário

ps

Para saber quais são os status de cada processo, basta consultar a lista abaixo.

0 Não existente
S Descansando, fora de funcionamento (Sleeping)
R Rodando (Running)
I Intermediário (Intermediate)
Z Terminado (Zumbi)
T Parado (Stopped)
W Esperando (Waiting)

Agora um exemplo para este comando:

ps aux

USER PID %CPU %MEM VSZ RSS TTY STAT START TIME COMMAND
root 1 0.0 0.0 1120 52 ? S Dec25 0:05 init
root 2 0.0 0.0 0 0 ? SW Dec25 0:00
[kflushd]
root 3 0.0 0.0 0 0 ? SW Dec25 0:00
[kupdate]
root 4 0.0 0.0 0 0 ? SW Dec25 0:00 [kpiod]
root 1004 0.0 0.0 10820 48 ? SN Dec25 0:00 [mysqld]
root 1007 0.0 0.0 2852 0 ? SW Dec25 0:00 [smbd]
hugo 1074 0.0 0.0 1736 0 tty1 SW Dec25 0:00 [bash]
hugo 1263 0.0 0.0 1632 0 tty1 SW Dec25 0:00 [startx]
hugo 1271 0.0 0.0 2304 0 tty1 SW Dec25 0:00 [xinit]
hugo 1275 0.0 2.4 4312 1360 tty1 S Dec25 0:16 wmaker
hugo 2461 0.0 0.0 1636 0 tty1 SW 07:09 0:00
[netscape]
hugo 9618 0.9 4.9 5024 2688 pts/1 S 09:56 0:06 vim
d03.html
hugo 12819 6.7 6.9 5580 3796 ? S 10:03 0:13 mpg123
King Diamond – Help.mp3

Este parâmetro (aux) fez o ps listar todas as informações sobre todos os processos executados

Para matar um processo com kill

[-SINAL] <PID>.

O comando kill é muito conhecido ele serve para matar um processo que está rodando. Matar? Terminar este processo, finalizar naturalmente!

Para matar um processo, temos de saber o PID dele (veja o comando ps), e então executar o kill neste PID. Vamos “killar” o Netscape:

Primeiro exibimos o processo em questão com o comando abaixo.

ps aux | grep netscape

Depois vemos o resultado na tela.

hugo 2461 0.0 0.0 1636 0 tty1 SW 07:09 0:00
[netscape]

E então disparamos o sinal 9 nele.

kill -9 2461

Para listar os sinais existentes para serem usados com o comando kill

man 7 signal

Para matar os processos pelo nome, basta utilizar o comando

killall [-SINAL] <comando>

Ele faz a mesma coisa que o kill, só que a vantagem aqui é que você não precisa saber o PID do processo, e sim o nome. A desvantagem é que se tiver dois processos com o mesmo nome, os dois são finalizados. Seguindo o exemplo do comando kill:

ps aux | grep netscape

hugo 2461 0.0 0.0 1636 0 tty1 SW 07:09 0:00
[netscape]

killall -9 netscape

Para listar os usuário logados, basta usar o comando

w

Com este comando, é possível você ver quais usuários estão atualmente logados no seu sistema, além de informações como “O que ele está fazendo”, “aonde está fazendo”, “desde quando está logado”, etc. Vejamos um exemplo aqui
da minha máquina:

Aplicando o comando w:

[hugo@songoku hugo]$ w

10:37am up 13:45, 4 users, load average: 0.85, 0.70, 0.71
USER TTY FROM LOGIN@ IDLE JCPU PCPU WHAT
hugo tty1 – Mon 8pm 25.00s 34:16 0.09s -bash
root tty2 – 10:37am 5.00s 0.27s 0.14s top
hugo tty3 – 10:37am 11.00s 0.25s 0.13s vi
cmpci.c
jim tty4 – 10:37am 22.00s 0.23s 0.12s BitchX

Para ver o tipo da memória utilizada

dmidecode –type 17 | more

Para colocar o Samba permitindo acesso sem senha (adicionar onde está #parametro para convidados)

Primeiro, deve-se abrir o arquivo smb.conf, apagar os dados contidos e substituir pelo que esta abaixo
(com as devidas modificações)

[global]
workgroup = NovoGrupo
netbios name = servidor
server string = %h Pasta
name resolve order = lmhosts, host, wins, bcast
encrypt passwords = true
wins support = yes
preferred master = yes
panic action = /usr/share/samba/panic-action %d
invalid users = root
preserve case = yes
os level = 100
oplocks = no
unix extensions = no
dos charset = 850
client code page = 850
unix charset = iso8859-1
display charset = iso8859-1
unix charset = iso8859-1
character set = iso8859-1

#Parametros para Windows7
level0 oplocks = no
ntlm auth = yes
lanman auth = yes
client ntlmv0 auth = yes

#parametro para convidados
guest ok = Yes
map to guest = Bad User
usershare allow guests = Yes

[particao]
path = /particao
comment = particao
available = yes
writeable = yes
browseable = no
force create mode = 0777
force directory mode = 0777
create mask = 0777
directory mask = 0777
read only = no

#parametro para convidados
guest ok = yes
hide dot files = No
dos filetime resolution = Yes #arquivos em dos
public = yes

Para tomar posse de outro sistema operacional em uma partição

mkdir /media/hd_convidado

mount /dev/dispositivo_a_ser_montado /media/hd_convidado

chroot /media/hd_convidado

Para criar um arquivo de texto usando o comando cat

cat > texto.txt

E quando for salvá-lo, pressionar

Ctrl + d

Para incluir mais linhas em um arquivo texto usando cat

cat texto1.txt >> texto2.txt

Para listar numeradamente as linhas de texto do arquivo usando o comando cat

cat -n texto.txt

Para listar numeradamente somente as linhas que contêm texto dentro de um arquivo

cat -b texto.txt

Para ver informações sobre o hardware

Salvando em um html

lshw -html >> config.htm

Salvando em um arquivo texto comum

lshw >> result

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Eclipse 64 bit aborta ao iniciar no Linux

Olá pessoal!

Esta daqui vai para a galera que tá programando no Linux e que de repente resolveu instalar o Eclipse 64 bit e teve alguma surpresa do tipo “o programa aborta a inicialização”. Show de bola!

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Para você ver melhor que tipo de erro é esse sugiro tentar executar o Eclipse via linha de comando, pois assim será mostrado que erro é este que está retornando.

Bem o meu erro foi este:

org.eclipse.m2e.logback.configuration: The org.eclipse.m2e.logback.configuration bundle was activated before the state location was initialized. Will retry after the state location is initialized.

(java:4196): GLib-GObject-WARNING **: cannot register existing type `GdkDisplayManager’

(java:4196): GLib-CRITICAL **: g_once_init_leave: assertion `result != 0′ failed

(java:4196): GLib-GObject-CRITICAL **: g_object_new: assertion `G_TYPE_IS_OBJECT (object_type)’ failed

(java:4196): GLib-GObject-WARNING **: invalid (NULL) pointer instance

(java:4196): GLib-GObject-CRITICAL **: g_signal_connect_data: assertion `G_TYPE_CHECK_INSTANCE (instance)’ failed

(java:4196): GLib-GObject-WARNING **: invalid (NULL) pointer instance

(java:4196): GLib-GObject-CRITICAL **: g_signal_connect_data: assertion `G_TYPE_CHECK_INSTANCE (instance)’ failed

(java:4196): GLib-GObject-WARNING **: cannot register existing type `GdkDisplay’

(java:4196): GLib-CRITICAL **: g_once_init_leave: assertion `result != 0′ failed

(java:4196): GLib-GObject-CRITICAL **: g_type_register_static: assertion `parent_type > 0′ failed

(java:4196): GLib-CRITICAL **: g_once_init_leave: assertion `result != 0′ failed

(java:4196): GLib-GObject-CRITICAL **: g_object_new: assertion `G_TYPE_IS_OBJECT (object_type)’ failed
#
# A fatal error has been detected by the Java Runtime Environment:
#
# SIGSEGV (0xb) at pc=0x00007fe19c97173f, pid=4196, tid=140607381382912
#
# JRE version: Java(TM) SE Runtime Environment (7.0_72-b14) (build 1.7.0_72-b14)
# Java VM: Java HotSpot(TM) 64-Bit Server VM (24.72-b04 mixed mode linux-amd64 compressed oops)
# Problematic frame:
# C [libgdk-x11-2.0.so.0+0x5173f] gdk_display_open+0x3f
#
# Failed to write core dump. Core dumps have been disabled. To enable core dumping, try “ulimit -c unlimited” before starting Java again
#
# An error report file with more information is saved as:
# /usr/local/eclipse/hs_err_pid4196.log
#
# If you would like to submit a bug report, please visit:
# http://bugreport.sun.com/bugreport/crash.jsp
# The crash happened outside the Java Virtual Machine in native code.
# See problematic frame for where to report the bug.
#
jonas@note:/usr/local/eclipse$ more /usr/local/eclipse/hs_err_pid4196.log
#
# A fatal error has been detected by the Java Runtime Environment:
#
# SIGSEGV (0xb) at pc=0x00007fe19c97173f, pid=4196, tid=140607381382912
#
# JRE version: Java(TM) SE Runtime Environment (7.0_72-b14) (build 1.7.0_72-b14)
# Java VM: Java HotSpot(TM) 64-Bit Server VM (24.72-b04 mixed mode linux-amd64 compressed oops)
# Problematic frame:
# C [libgdk-x11-2.0.so.0+0x5173f] gdk_display_open+0x3f
#
# Failed to write core dump. Core dumps have been disabled. To enable core dumping, try “ulimit -c unlimited” before starting Java again
#
# If you would like to submit a bug report, please visit:
# http://bugreport.sun.com/bugreport/crash.jsp
# The crash happened outside the Java Virtual Machine in native code.
# See problematic frame for where to report the bug.
#

Dei uma fuçada no Google e descobri que é algo que envolve o GTK. Bem, primeiro teste o comando abaixo no terminal e depois execute o Eclipse:

export SWT_GTK3=0

Se o seu Eclipse rodar normalmente, abra o arquivo eclipse.ini e acrescente a linha abaixo:

–launcher.GTK_version 2

Mais precisamente no local em negrito:

–launcher.library
plugins/org.eclipse.equinox.launcher.gtk.linux.x86_64_1.1.200.v20140603-1326
-product
org.eclipse.epp.package.cpp.product
–launcher.defaultAction
openFile
-showsplash
–launcher.GTK_version 2
org.eclipse.platform
–launcher.XXMaxPermSize
256m
–launcher.defaultAction
openFile
–launcher.appendVmargs
-startup
plugins/org.eclipse.equinox.launcher_1.3.0.v20140415-2008.jar
-vmargs
-Dosgi.requiredJavaVersion=1.7
-XX:MaxPermSize=256m
-Xms40m
-Xmx512m

E pronto! Aparentemente resolvido.

fonte: http://forums.debian.net/viewtopic.php?f=8&t=115477

fonte: http://stackoverflow.com/questions/19332489/how-to-fix-failed-to-write-chttp://forums.debian.net/viewtopic.php?f=8&t=115477ore-dump-core-dumps-have-been-disabled-error-whil

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Como recuperar sua sessão de abas do Firefox que está em outro HD

Pois bem gente.

Esta vai para aquela pessoa que vive deixando um monte de abas abertas no seu Firefox e de repente, faz uma substituição de um hd maior no seu pc e quando precisa acessar aquele 1 trilhão de abas abertas, lembra que já não dá mais porque seu Windows é novo, seu Firefox é novo e tá tudo recém instalado. O que fazer para ter  aquele monte de abas antigas abertas novamente?

Simples!

fonte: https://mastigado.wordpress.com

1 – Vá seu hd onde ainda se encontra a instalação do Windows que você usava e entre na pasta abaixo e copie todo o seu conteúdo:

C:\Users\seuusuario\AppData\Roaming\Mozilla

2 – Certifique-se que o Firefox que você instalou no seu novo Windows não esteja gravado em nenhuma sessão, mas mesmo assim, limpe todo o cache de navegação que ele tem.

3 – Vá na mesma pasta, só que desta na vez no seu novo Windows instalado e cole lá dentro todo o conteúdo que você copiou acima. Dane-se o que ele perguntar, mande sobrepor tudo.

4 – Depois de terminado o procedimento, inicie o Firefox do seu Windows novo e clique no botão “Restaurar Sessão Anterior” que se abrirá.

Pronto! Você já pode voltar para aquela vida de abas infinitas abertas e que te faz pensar que você é mais feliz por viver assim.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Configurar Debian Wheezy 7.7 junto com o Windows após ter feito dual boot(e personalizando)

Olá pessoal! Happy new year! \o/

Bem gente, este post vai para quem precisa instalar Windows e Linux juntos no mesmo computador, seja ele pc, note ou netbook. Alguns podem até dizer assim “tira o Windows e deixa só o Linux” e é exatamente isso o que tenho feito em todos os meus pcs, mas(este mas é f***), por vezes precisamos instalar um SQL Server, um 3DS Studio Max, um Visual Studio para fazer testes e programar porque você é um profissional e sabe que não dá para ficar emulando isso no Wine. Por mais que a Microsoft tenha aberto o código do C#, programar na IDE do Mono não é a mesma coisa que no Visual Studio. Enfim, vamos  lá, vamos fazer o que né? Instalar o Linux no dual boot.

fonte: http:mastigado.wordpress.com

Para acessarmos as partições do Windows pelo Linux gravando, lendo e sendo feliz.

Eu não vou explicar para que serve o arquivo fstab porque o meu objetivo aqui é apenas mostrar a configuração que eu fiz para que você possa acessar sua partições que estão no Windows e no sistema de arquivo NTFS. O que você precisa saber sobre o arquivo fstab do Linux é que é nele que deixamos montadas as partições e unidades removíveis que estão permanentes no sistema operacional. Mesmo que isso seja uma explicação grosseira sobre o belo fstab é isso aí mesmo.

1 – Você tem que descobrir onde estão as unidades do Windows que você quer mapear no Linux. Uma das maneiras é utilizar o comando ls no diretório /dev, que é praticamente onde ficam todos os dispositivos físicos conectados no Linux. Você deve listar o diretório desta forma:

ls /dev

barradevMas neste caso acima, eu já sei que minhas partições do Windows são as unidades sda2 e sda3 porque quando fiz meu particionamento manual na instalação do Debian eu vi que elas estavam lá, mas caso você ainda tenha dúvida, você pode usar o navegador de arquivos e mesmo que ele não permita que você monte os seus arquivos, ele diz para você onde estão e quem são estas partições só pelo fato de você clicar sobre elas:

navegadorarquivosNo caso acima ele não deixou eu montar como usuário comum e sim somente como root. Bem, quanto a montar unidades manualmente na linha de comando eu não vou falar aqui porque é assunto para outro post, entretanto, esta é outra maneira de você poder ver a mensagem de erro que me informou onde está e quem é a minha unidade, daí para jogá-la no fstab é um pulo. Lembrando que também existe mais uma forma de se permitir visualizar e alterar as unidades (inclusive montar as partições manualmente), que é utilizar um aplicativo chamado Utilitário de Unidades(Disk Utility). E para dizer como este aplicativo é maravilhoso, vou fazer uma breve descrição sobre ele(portanto se quiser pular este mini texto, pode pular, pois tô fugindo do tema).

Utilitário de Unidades ou Disk Utility(nas versões em inglês)

O Utilitário de Unidades serve tanto para visualizar, quanto montar, desmontar, criar e recriar partições e inclusive formatá-las em vários tipos de sistema de arquivos. Ele também mede o desempenho da unidade fazendo benchmark e traz dados sobre seus dispositivos que só softwares do fabricante fariam, fora que se seu hd estiver bichado, ele avisa, portanto aqui vai um recado de coração sobre este detalhe, se o o Utilitário de Unidades(Disk Utility) algum dia avisar para você que algum hd que você plugou está bichado ou possui algum problema, mesmo que você ache que está tudo bem pelo fato de você tê-lo há anos ou ter comprado na semana passada, troque o hd sem choro(simplesmente compre um novo, faça o backup e use este hd somente para coisas que você sabe que não tem importância de serem perdidas, como temporadas de novelas da Rede Globo ou aquelas fotos do ano novo que você tira enquanto tá rolando a queima de fogos e que depois você nunca mais vai ver(porque quem tava lá era câmera fotográfica e não você, então não é importante porque você não se lembra)).

2 – Certifique-se de que você tem o pacote nffs-3g instalado, senão você tem que instalá-lo(caso seja outra distribuição Linux que não seja baseada em Debian) ou também instalá-lo se for um Debian, mas com o gerenciador de pacotes apt-get:

apt-get install ntfs-3g

Se ele disser que já está instalado, melhor.

3 – Crie as pastas onde ficarão mapeadas as suas unidades

Por padrão no Debian todos os dispositivos que são montados ficam na pasta /media, portanto recomendo criar as pastinhas para mapear estas unidades do Windows lá dentro. Existem distribuições que mapeam na /opt, outras como as baseadas em rpm mapeiam na /mnt, mas você pode criar até na sua home se quiser, mas isso se você quiser entendeu? Porque eu não quero. Então, dê aqueles comandos básicos:

mkdir /media/WINDOWS

mkdir /media/OUTRAPARTICAO

Depois, dê uma permissão de leitura e escrita recursiva para todos (donos, grupos e outros), assim você evita problemas futuros:

chmod 777 -R /media/WINDOWS

chmod 777 -R /media/OUTRAPARTICAO

4 – Finalmente abra o seu arquivo fstab

Agora, o mais bonito disso é, poderíamos ter vindo direto para cá sem passar por todas as etapas acima. Mas sabe como é… é bonito ver as pessoas lendo e se informando. Pois bem, entre no terminal, se logue como root e abra o fstab com o editor de texto Nano:

nano /etc/fstab

E cole estas duas linhas no final do arquivo:

/dev/sda2                              /media/WINDOWS                             ntfs defaults,               umask=000            0 0
/dev/sda3                              /media/OUTRAPARTICAO                 ntfs defaults,               umask=000            0 0

Pronto! Agora reinicie o seu pc e seja feliz. E lembre-se, se não funcionar, alguma coisa errada você fez e a culpa tenderá a ser sua, porque fiz minha parte.

Para acessarmos os mapeamentos do Samba no Linux:

Meu caro, a galera acessa os compartilhamentos do Samba na maioria das vezes pelo Windows, mas se esquece que dá para fazer isso também no Linux. Claro, onde você deve montar estas unidades? No fstab, é claro!

É parecido com o que fizemos para mapear as unidades no Windows, mas mudam algumas coisas já que existem outros parâmetros como login e senha por exemplo. Antigamente utilizávamos o pacote smbfs, só que ele caiu em desuso e agora é um utilizado o cifs, que mudou algumas configurações, mas no final faz a mesma coisa. O procedimento é o mesmo do mapeamento do Windows, primeiro você coloca o local que quer mapear (lá em cima foi uma unidade e aqui será um ip junto com o nome do mapeamento Samba) no computador remoto que deseja acessar. Lembrando que eu criei as pastas XUXACOMBLUSATRANSPARENTE e SOPARABAIXINHOS dentro do /media e com suas devidas permissões:

//192.168.25.120/XUXACOMBLUSATRANSPARENTE   /media/XUXACOMBLUSATRANSPARENTE       cifs      auto,defaults,file_mode=0777,dir_mode=0777,rw,username=usuariosamba,password=senha  2 1
//192.168.25.120/SOPARABAIXINHOS /media/SOPARABAIXINHOS cifs auto,defaults,file_mode=0777,dir_mode=0777,rw,username=usuariosamba,password=senha 2 1

Se você prestar atenção na linha cima, verá que há uma falha de segurança exposta, pois estou passando login e senha num arquivo que vai ficar gravado sem criptografia alguma e isso é extremamente falho. Existe outro método de mapeamento de unidades Samba em que você coloca o login e a senha em um arquivo separado e criptografado para ninguém acessá-lo. Portanto entenda que qualquer um que tenha pelo acesso temporariamente ao modo gráfico do Linux ou que tenha um cd de boot de Linux pode dar dois cliques em cima do fstab, digitar more /etc/fstab, entre outras loucuras mais exóticas, mas que sempre estará com o intuito de descobrir o seu login e senha. Então pense bem antes de implantar isso na sua empresa desta maneira. Não seja irresponsável achando que ninguém entende de Linux ou informática lá dentro.

Para instalarmos o Cairo-Dock(aquele dock do Mac que fica lá embaixo da tela):

Meus caros, trabalhar com o Cairo Dock no Gnome 3 para mim é um adianto. Não por causa do seu visual, mas porque eu não curto este negócio de ficar clicando num menu e ter de digitar o que estou procurando. Não, isto não funciona comigo, pois eu encontro melhor as coisas por nível de hierarquia(com o que está dentro de que). Imagine só, sei que no Painel de Controle do Windows contém Adicionar ou Remover Programas, Configurações de Rede e tudo mais, mas para um usuário que nunca usou o computador ou aquele usuário que já esqueceu como chegar nas coisas ou melhor, esqueceu o nome das coisas(como eu esqueço constantemente), como é que eu vou buscar algo que nem sei o nome? E o pior, nem sei onde está! Já basta o que a Microsoft fez com o menu Iniciar do Windows 8, que certamente por vezes torna mais ágil a busca, mas que para mim que não quer ficar digitando toda a hora porque tenho o mouse para fazer certas tarefas, não funciona. Observe os sistemas MAC-OS X da Apple e veja que ela coloca os seus atalhos por digitação dentro de Maçã > Preferences, mas a mesma mantém o dock com os atalhos para serem acionados pelo mouse. Então Microsoft, vá com sua tentativa de criar tendências para a PQP! E pessoal que fez o Gnome 3, eu amo vocês e fico grato por deixarem eu por meu Cairo Dock lá embaixo. Então instale o bicho:

apt-get install cairo-dock

E neste cara há duas configurações para serem feitas. Uma para caso você utilize o OpenGL e outra para caso você não utilize. Após instalado, você deve colocá-lo para iniciar automaticamente toda a vez em que você liga o seu pc. Para isso, vá em Aplicativos de Sessão(geralmente fica dentro de Sistema > Preferência > Aplicativos de Sessão) e crie um novo item colocando os parâmetros abaixo.

cairo_aplicativos_de_sessaoO curioso é que o Cairo pede que você que você coloque o parâmetro -o no comando cairo-dock no caso se você for usar o Cairo com OpenGL e -c para caso você não tiver suporte à OpenGL. Então neste caso o comando ficaria cairo-dock -o, mas mesmo eu configurando deste jeito, depois de algumas atualizações percebi que ele tirou este “-o” do meu aplicativo de sessão, Então fica deste jeito aí mesmo.

Se você procurar por Cairo Dock em janelas e aplicativos, quando você clicar nele, irá ver a seguinte mensagem:

cairo_dock_aviso

Como eu suponho que utilizo OpenGL deixo o -o no parâmetro de configuração. Dou um sim na escolha e eis que surge:

desktop_com_cairoMas lembre-se que para ele sempre inicializar com o seu sistema operacional configure-o nos aplicativos de sessão.

Ah! Vou deixar uma observação sobre este carinha aí também. Aconselho que se você quiser alterar as configurações dos ícones do Cairo a não alterar as configurações de tema, pois eu achei meio bugado, a ponto de não conseguir voltar novamente para o tema que queria. Aconselho você instalar os dois pacotes abaixo via terminal:

apt-get install gnome-themes

apt-get install gnome-themes-extras

E depois ir em Configurações Avançadas, escolher a opção relacionada a tema e lá escolher o tema dos ícones porque terá o mesmo efeito caso você tivesse alterado a configuração de tema do Cairo Dock.

Para habilitar o clique duplo do mouse pad que vem desabilitado no Debian(sei lá porquê!):

Caras, este aqui é um caso peculiar. Eu sempre observei que a Microsoft copiava a Apple DESCARADAMENTE, até aí tudo bem porque eles não tem originalidade mesmo(ou não tinham até o Steve Jobs morrer e eles terem de se virar para inventar coisas ou só continuar copiando o Linux como eles já faziam), mas eu andei lendo alguns posts que a galera do Linux passou a copiar a Apple no intuito de trazer os usuários de MAC para o Linux. Olha, eu posso dizer que existem vários distros bem parecidas com o MAC, mas existe uma tal de Elementary OS que putz! Eu achei que fosse um MAC quando vi rodando num note branquinho na minha frente. Tem um post do Viva o Linux que fala sobre algumas distros parecidas(http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Tres-distros-inspiradas-no-Mac-OS). Mas voltando ao nosso tema, eu acho que galera do Linux sugou tanto a interface da Apple que para alterar as configurações do Note eles copiaram o Preferences do MAC OS X e disseram que é Configurações do Sistema no Gnome 3.

configuracoes_do_sistemaMeu, show de bola!Fica mais intuitivo e tal, ajuda pra caramba, mas é cópia e eu gostei assim mesmo. Agora, eu ainda acho que a galera do “terminal” ainda não percebeu isso e se você for procurar na net sobre como habilitar os cliques do touchpad do Notebook, você deverá encontrar um monte de caras mandando você instalar pacotes e alterar o arquivo xorg.conf e por aí vai.

Veja bem, na tela acima clique em Mouse e touchpad, em seguida na tela que se abrirá, clique na aba Touchpad e em Habilitar cliques do mouse com touchpad e pronto.

touchpad_linux

Para habilitar os itens da área de trabalho

Pois bem, colocaram também uma tal de Configurações Avançadas para você poder personalizar algumas coisas e uma dessas coisas é a opção de poder habilitar o que você deseja que seja mostrado na área de trabalho e até aí tudo bem, mas o estranho é você não conseguir ver já de cara nenhum arquivo ou pasta ou até mesmo colar algo em sua aŕea de trabalho sem que determinada opção esteja habilitada. Então vamos lá:

config_avancadasSe você observar bem, verá que é auto explicativo né? Quer mostrar a lixeira? Então deixa ligado a paradinha e por aí vai.

Ah! Bom lembrar que agora para enviar para lixeira ou excluir algo é Crtl + delete e Shift delete, respectivamente. Por que isso? Disseram que era por causa de segurança.

Pronto, tá aí bem mastigado.

observação: É bem provável que eu vá acrescentando coisas neste post que entender que são indispensáveis para a configuração do Debian.

fonte: http:mastigado.wordpress.com

A variável do ambiente PATH

Olá pessoal!

Hoje vou deixar aqui um post bem legal sobre o PATH do Linux e que foi retirado do site Kioskea. Portanto todos os créditos desta postagem são deles. Vale a pena visitar o endereço que está no final do blog, pois há até um pdf para baixar deste artigo.

A variável do ambiente PATH

I. Preâmbulo
II. O que é o shell ?
III. Definição
IV. Seção de dissecção
V. Adicionar um diretório à variável PATH
VI. E mais…
Veja também: Gravar nome da pasta atual em variavel linux
I. Preâmbulo
Nos sistemas GNU/Linux, queiramos ou não, nos tornamos os administradores do nosso sistema. Cada vez mais, vemos no GNU/Linux o aparecimento de utilitários gráficos para realizar tarefas administrativas.

Mas a linha de comando conhecida sob vários nomes (shell, terminal, console, etc) continua a ser um utilitário muito poderoso e de fácil manuseio.

Depois de aprender o básico, você ficará espantado com a facilidade de utilização desta linha de comando.

O uso da linha de comando é muito mais rápido do que o uso de um utilitário gráfico. Se você contar o tempo do download da interface, a busca (física) do mouse em sua área de trabalho e, sem contar que, além disso, você ainda terá que entrar os dados, então você perderá algumas vantagens desta “linha de comando “e, consequentemente, não beneficiará nem da tecla TAB para a realização do comando, nem do histórico que possibilitaria a repetição de um comando, nem dos pseudônimos para os comandos demorados, etc .

A desvantagem com o shell é que você não poderá segurar a sua xícara de café ou um cigarro com uma mão, enquanto a outra estiver digitando no teclado.
Com o mouse é possível, até você precisar preencher as áreas propostas pelo seu utilitário gráfico preferido.

Mas, quem sabe, com o shell você não decidirá parar de fumar…
O shell é mais barato do que o Niquitin, etc.?!

Mas você ainda está no GNU/Linux e a escolha é sua.

Mas como a liberdade tem um preço, é preciso pagá-lo.
No caso dos sistemas GNU/Linux o preço a ser pago é a liberdade de ler os documentos disponíveis em seu sistema, ou seja, as páginas “man” e o comando “informação”, para explorar melhor o seu sistema.

II. O que é o shell ?
É um software que faz parte do sistema e que tem o papel de processar os comandos ou as linhas de comando entradas no teclado.

Para ver a lista dos shells disponíveis no seu sistema, consulte o arquivo /etc/shells

cat /etc/shells

Um usuário no Linux tem um shell padrão de conexão.

Consulte o arquivo /etc/passwd e verá que o último campo é algo como /bin/<qualquercoisa>. Trata-se da sua shell de conexão.

Para ver os shells dos usuários, usar o comando

cat /etc/passwd | cut -d: -f1,7

Para um usuário em particular, preencher o comando desta maneira :

cat /etc/passwd | cut -d: -f1,7 | grep usuário

Se você estiver em modo gráfico você poderá abrir um terminal (xterm,gterm,konsole, etc) e, depois, escreva suas linhas de comando.

Saiba que o GNU/Linux tem 6 consoles virtuais, cujo acesso a partir da interface gráfica é feito com a combinação das seguintes: Ctrl+ALT+Fn ou
n é um número de 1 a 6.

A partir do console virtual, você poderá alternar para outro com a combinação ALT+Fn, (com n de 1 a 6).
Para voltar para o modo gráfico a partir de um console virtual, faça ALT+F7.

Num shell, podemos ver um prompt de comando do tipo:
usuário@debian: ~$

Se, no lugar do $ estiver um #, saiba que está conectado como administrador, a menos que você tenha modificado a sua configuração.

O prompt do comando muda de acordo com o sistema operacional e pode ser alterado graças a outra variável de ambiente, a PS1.
III. Definição
Vamos começar com o termo genérico de variável.

Uma variável, é um recipiente de memória que armazena um dado que poderá se alterar durante a execução de um programa.

Assim, uma variável tem um nome e um conteúdo. Não vamos entrar em detalhes aqui, sobre o programa para explicar o tipo e o conteúdo da variável

Por enquanto, nos contentaremos em saber que a variável da qual estamos falando chama-se PATH e que seu conteúdo é uma cadeia com os caminhos de diretórios, separados por dois pontos:

Para exibir o conteúdo de uma variável no Shell, você deverá escrever

echo $variável

No caso da variável PATH, você deverá escrever

echo $PATH

IMPORTANTE! Respeite a forma. GNU/Linux faz diferença entre as MAIÚSCULAS e as minúsculas.

Para uma exibição mais agradável você poderá utilizar o comando

echo $PATH | tr : \n

Aqui estão outras maneiras de ver o conteúdo do PATH (para informação, saiba que sempre há outras alternativas para atingir os seus fins…).

printenv PATH
env | grep -i PATH | cut -d= -f2
perl -e ‘print $ENV{PATH},”n”‘
perl -e ‘$,=”n” and print split(“:”,$ENV{PATH}),””‘
perl -e ‘($_=$ENV{PATH})=~s/:|$/n/g and print’

Obviamente, é preferível a mais curta.
IV. Seção de dissecção
Já vimos que a variável PATH tem uma lista de diretórios separados por dois pontos:

Estes são os diretórios onde o shell procura o comando que você digitou no teclado.
A busca é feita na ordem dos diretórios contidos na variável PATH.

Exemplo:

lami20j@debian: ~$ echo $PATH
/usr/local/bin:/usr/bin:/bin:/usr/bin/X11:/usr/games:/home/lami20j/bin

Quando escrevemos um comando, o shell vai buscar primeiro no /usr/local/bin, depois no /usr/bin, no /usr/bin/X11, no /usr/games e, finalmente, no /home/lami20j/bin.

Ao encontrar o comando, o shell para a busca e executa o comando encontrado.

Um comando pode ser escrito usando :
– seu nome
– o caminho absoluto ( /bin/cat /etc/passwd )
– o caminho relativo (utilizamos o “.” ou “..” para programas ou scripts que não estão localizados no PATH)

. é o diretório atual
.. é o diretório parente

Ao escrever um comando, podemos nos deparar com diversas situações:
1. o comando é único e se encontra em um dos diretórios
2. o comando não é único e se encontra em diversos diretórios
3. o comando não se encontra em nenhum dos diretórios

1. No 1° caso, as coisas são simples.
Se você fizer um erro de execução é, provavelmente, devido à sintaxe.
Solução: consultar o manual do comando

2. No 2° caso, as coisas também não são tão complicadas.
Suponhamos que dispomos de um comando que se encontra no diretório /usr/bin e que nós instalamos, a partir das fontes, uma versão mais recente do comando cujo executável se encontra no /usr/local/bin.

Se o comando é chamado pleo seu nome, o que acontecerá?

O shell olha no PATH começando pelo 1° diretório encontrado.
No nosso caso, ele encontrará o comando no /usr/local/bin logo, será /usr/local/bin/prog que será executado.

Por outro lado, se ainda quisermos executar o comandoprog que se encontra no /usr/bin, será preciso utilizar o caminho absoluto /usr/bin/prog

3. O 3° caso inclui 2 situações

– o comando existe mas não se encontra em nenhum diretório do nosso PATH
– o comando não existe

Nos dois casos, o alerta de erro será “command not found”

Mas a interpretação não será a mesma.

Certos comandos só podem ser utilizados pelo administrador.
Solução: conecte-se como administrador com su ou su –
Linux utilizar o comando su

Certos comandos, podem se encontrar num diretório que, por sua vez, não se encontram na sua variável PATH.
Solução: – utilizar o caminho absoluto
– adicionar o diretório ao seu PATH

Você criou um script e não está conseguindo executá-lo, seja qual for o caminho especificado ?

Solução : – verificar os direitos de execução no script ( ls -l script )

O comando não existe, neste caso, suponho que você saiba o que fazer. Se não, veja a solução.
Peça ao administrador para que ele instale o programa para você.

Podemos buscar um comando usando, seja “whereis”, seja “which”

whereis comando
which -a comando

No caso do “which” a opção -a nos permite ver todos os caminhos correspondentes.
Sem a opção -a apenas o 1° diretório terá o comando exibido, o que não é ideal já que o comando se encontrará em vários diretórios.
V. Adicionar um diretório à variável PATH
– Apenas para esta sessão

Se quisermos adicionar, por exemplo, /home/user/mes_prog à variável PATH, no shell digite

export PATH=$PATH:/home/user/mes_prog
para ter o diretório em último lugar no PATH.

ou

export PATH=/home/user/mes_prog/:$PATH
para ter seu diretório em primeiro lugar no PATH.

Agora, você poderá utilizar o seu programa apenas digitando o seu nome.

Na desconexão, PATH retomará seu valor padrão, assim /home/user/mes_prog não existirá mais no PATH.

– De maneira permanente

Se você quiser configurar o PATH de maneira permanente, você deverá editar o arquivo de configuração do seu shell de conexão.
Como, na maioria dos casos, é o shell BASH que é utilizado, você deverá editar o seu arquivo /home/user/.bashrc.

Para isso, você deverá utilizar um editor de textos ou, simplesmente, um comando para te facilitar a vida.
Pois é, muitas vezes o uso da linha de comando torna as coisas bem mais fáceis do que o uso do mouse, principalmente em tarefas administrativas (opinião pessoal).

Veja o comando

echo ‘export PATH=$PATH:/home/user/mes_prog’ >> /home/user/.bashrc
Assim, à cada conexão o seu PATH conterá o seu diretório /home/user/prog

Esta operação poderá ser executada pelo usuário user já que se trata do seu ambiente.
VI. E mais…
A variável PATH é apenas uma variável entre muitas que conteem o shell.

Você poderá exibir as variáveis do seu ambiente sem se preocupar com seus nomes (que talvez você nem conheça!).

Para isso, você tem à sua disposição, diversos comandos:

printenv
env
set
export
Tradução feita por Lucia Maurity y Nouira

fonte: http://pt.kioskea.net/faq/2307-bash-a-variavel-do-ambiente-path

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: