Trocar campo Edit por DBComboBox

Neste post, vou colocar um exemplo utilizado pelo professor Neri sobre como utilizar um DBComboBox para buscar dados dentro de um DBGrid.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Primeiro, vou apagar de minha Unit o campo Edit que desejo substituir.

Campo Edit a ser excluído

Em Data Controls, vou buscar o componente DBComboBox e colocá-lo no lugar do campo Edit. Selecionando este novo objeto, no painel Object Editor, clicar na propriedade Items, clicar nos três pontinhos e acrescentar as siglas dos estados um a um. Lembrando que se você não inserir estes valores, toda a vez que você clicar em um registro no DBGrid, você não verá os outros valores que deveriam sido informaados.

DBComboBox

Para completar esta operação, primeiro utilizaremos o DataSource para definir qual será o DataSource que você busca os dados.

Data Source do DBComboBox

E em Datafield, defini qual será o campo da minha tabela daquele determinado DataSource que utilizarei em meu DBComboBox.

Data Field do DBComboBox

É isso aí.

fonte: www.informaticon.com.br

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Fazer consultas num DBGrid utilizando DBLookupComboBox

Olá.

Hoje faremos uma consulta utilizando o componente DBLookupComboBox que está contido na aba Data Controls do Delphi.

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Primeiro, para ficar aprensentável, colocaremos ele(o DBLookupComboBox) dentro de um GroupBox que em sua propriedade name dentro de Object Inspector, alteraremos o seu nome para exibição.

Em seguida, olhando abaixo, escolheremos qual a fonte de dados que pesquisaremos nossa lista, clicando em cima do componente DBLookupComboBox e dirigindo-se para ListSource dentro de seu Object Inspector. Lembrando que estou utilizando o SQL Server.

O Source da Lista que desejamos obter

Adiante, escolheremos na propriedade KeyField qual será o campo chave que iremos utilizar.

Campo Chave

Abaixo, definiremos o campo a ser listado no DBGrid. Na propriedade ListField, deveremos escolher o campo que entendemos que a seleção deverá indicar.

Campo a ser listado

Daí é só testar. : )

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Como conectar o MacOS-X em uma rede Samba no Linux

1º – Dê um apt-get install samba (se estiver em distribuições derivadas do Debian, caso contrário, baixe o Samba e instale de acordo com sua distro, para aí sim, ir ao 2° passo).

2º – Dê um adduser usuariomac

3º – Dê um smbpasswd -a usuariomac (com a mesma senha que você utilizou no usuário acima)

4º – Edite o smb.conf usando nano /etc/samba/smb.conf

5º – Substitua o conteúdo do arquivo smb.conf pelo abaixo:

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Código:
  #Configuração Principal
    workgroup = MeuGrupo
    netbios name = MeuPC
    server string = %h Server Archives
    name resolve order = lmhosts, host, wins, bcast
    encrypt passwords = true
    wins support = yes
    preferred master = yes
    panic action = /usr/share/samba/panic-action %d
    invalid users = root
    preserve case = yes
    os level = 100
    oplocks = no
    unix extensions = no
    dos charset = 850
    client code page = 850
    unix charset = iso8859-1
    display charset = iso8859-1
    unix charset = iso8859-1
    character set = iso8859-1

  #Parametros para Windows7
    level0 oplocks = no
    ntlm auth = yes
    lanman auth = yes
    client ntlmv0 auth = yes

  [NomeCompartilhamento]
    path = /home/usuariomac/minhapastacompartilhada
    comment = Pasta Compartilhada
    available = yes
    writeable = yes
    browseable = no
    force create mode = 0777
    force directory mode = 0777
    create mask = 0777
    directory mask = 0777
    read only = no
    valid users = usuariomac

6º – Grave o arquivo e reinicie o samba usando /etc/init.d/samba restart

7º – No Mac, mande se conectar em um servidor pressionando command + K

8º – Utilize smb://ip_do_seu_ubuntu/NomeCompartilhamento ou cifs://ip_do_seu_ubuntu/NomeCompartilhamento para acessar o compartilhamento e digite o nome do usuário e senha que você criou anteriormente.

9º – Abra o Finder no Mac e acesse o seu compartilhamento mapeado

Lembrando que o parâmetro unix extensions = no é extremamente necessário por causa de uma atualização do Snow Leophard que faz com que todas as outras máquinas da rede não consigam mais ler e escrever no que um computador com Snow Leophard criar no compartilhamento Samba. Resumindo, para quem tem Mac acessando Samba, este agora é um parâmetro obrigatório.

Lembrete 1:

Para testar as configurações do seu samba (do Debian) execute:


testparm

Faço uma observação que ao executar este comando será possível analisar quais linhas dele não surtem efeito no Samba e depois ao pressionar a tecla Enter também verá as que fazem efeito. Vale lembrar que quando criei este script (aproximadamente em 2006) tudo isso funcionava. O que basicamente este comando faz é dizer pra você que o Samba (de sua versão atual) executa somente algumas linhas disso e o resto ele ignora, portanto após conferir quais linhas não estão sendo executadas pelo mesmo pode retirá-las daí.

Lembrete 2:

A opção browseable = no pode fazer com que você não consiga enxergar seu compartilhamento no MAC, portanto você pode colocá-la com browseable = yes se for o caso.

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Fazendo pesquisa em um DB Grid utilizando um campo do tipo Edit

Hola!

Estou assistindo umas aulas do professor Neri(comprei uns dvds há um tempo atrás no site www.informaticon.com.br) e tenho achado muito legal, mas como ele utiliza Interbase e não usa conexão de banco do ADO, me complicou, pois estou utilizando SQL Server e por isso, achei que deveria traduzir isso.

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Logo abaixo está o Edit que utilizaremos para fazer pesquisa dentro Group Box

Group Box e Edit

Após dar dois cliques em cima do componente Edit, coloque o código abaixo do que deseja pesquisar, no caso abaixo é o campo nome chamado cid_nome.

<br />procedure TfrmCidade.Edit1Change(Sender: TObject);<br /><%%KEEPWHITESPACE%%>   begin<br /><%%KEEPWHITESPACE%%>      ADOTable1.locate('cid_nome',edit1.text,[loPartialKey,loCaseInsensitive]);<br /><%%KEEPWHITESPACE%%> end;<br />

Bem, vamos lá traduzir então:

  • Evento Change – Leva o nome na procedure e é responsável por capturar tudo o que é digitado no texto dentro do Edit e enquanto isso executa a procedure que o chama(isto também tem no Java Script).
  • ADOTable1 – É a nossa tabela do banco de dados, seria tbl_cidade no caso, mas como estou utilizando uma conexão ADO ficou deste jeito aí.
  • locate – Este comando busca onde você deseja localizar determinado texto que está digitando.
  • cid_nome – O nome do campo em que irá ser pesquisado o termo e as aspas simples(”) são necessárias porque se trata de uma string.
  • Edit.text – Identifica a partir de onde será pesquisado o termo em questão e o text é porque estou digitando uma String.
  • LoPartialKey – Quer dizer que a pesquisa feita por uma parte da string que é digitada para a busca.
  • LoCaseInsensitive – Significa que tanto letras maiúsculas ou minúsculas podem ser digitadas nesta pesquisa que ele sempre trará o resultado.

até+. 🙂

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Instalar e configurar Spark e OpenFire com integração no AD do Windows utilizando SQL Server 2008 R2

Olá pessoal

Tendo observado que a maioria das pessoas que entram no blog querem saber como instalar o OpenFire com integração no AD. Pois bem, vou tentar ser mais objetivo para aqueles que estão tendo dificuldade em instalar e integrá-los.

ESCLARECIMENTO SOBRE ESTE POST(LEIA ANTES DE TUDO).

  1. Quando você tiver instalado e integrado ao AD o seu OpenFire, não existirá mais a necessidade de adicionar usuários e grupos manualmente dentro do Spark, a partir daí, você precisará apenas criar um usuário no AD e colocá-lo no grupo spark. Somente isso bastará para aparecerem listados todos os usuários no Spark de todos os clientes.
  2. Leia devagar e com atenção o passo a passo para a instalação até o 18º ítem que dará tudo certo, pois detalhei muito bem. Devagar, por favor.
  3. Logo após o passo a passo, eu marquei de vermelho todos os ítens que considero fundamentais para o pós-instalação, então por favor novamente, leia-os com atenção. Se surgiu alguma dúvida no meio do caminho, leia até o final porque talvez posso tratá-la mais abaixo.

Hoje vamos configurar um servidor de mensagens instantâneas no Windows de nome OpenFire. Bem, para quem está acostumado a utilizar o servidor de correio Zimbra que já possui o Jive rodando nativamente para a galera bater um papo sem ter de instalar nada no pc, bastando apenas estar logado no email pelo browser, esta não é a melhor a opção, mas para quem não tem Zimbra ou Notes ou sei lá o que que já tenha um servidor de mensagens instantâneas embutido, este carinha aqui até que pode ser legal para ser instalado numa empresa que não quer que seus funcionários fiquem utilizando o serviço mensageiro para bater papo com alguém na internet, mas fora isso acho chato porque temos que instalar o client Spark em todas as máquinas.

Pois é, na era em que quase tudo está nas “nuvens”, instalar algo no pc é chato, mas este carinha cumpre bem o seu papel e por isso, se for preciso formatar a máquina(uma coisa bem comum em ambiente Windows) e ter de instalar novamente o cliente mensageiro Spark em cada pc, quase sempre existirá aquele cidadão da TI que vai ter de configurar máquina por máquina novamente(fico triste por você meu caro).

Então, para não termos de dar ainda mais trabalho para o rapaz ou garota da TI(eu já vi uma mulher formatando uma máquina sendo ela a técnica de TI!), vamos integrar o nosso Spark ao AD e assim, sempre que for criar um novo usuário para utilizar o serviço mensageiro, não precisará mais abrir a área admin do OpenFire para nada, bastando apenas criá-lo no AD e colocá-lo no grupo do Spark, pronto acabou, é isso, já é!

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1º – Instalaremos o arquivo executável do OpenFire(não importa a versão). Dê dois cliques e tudo next, next, next;

Arquivo executável do OpenFire

2º – Inicializaremos o executável do OpenFire para acessarmos o módulo administrador pelo browser. Clicaremos em Launch Admin para prosseguir;

Executável do Servidor do OpenFire

Executável do Servidor do OpenFire

3º – Ao clicamos em Launch Admin, para efetuarmos o acesso a página de configuração na Web do OpenFire, de cara, já teremos de configurar a linguagem de configuração;

Opção de instalação de linguagem no OpenFire

4º – Agora, configuraremos o nosso domínio, por mais que a orientação na interrogação diga que serve tanto para o nome do host, quanto para o ip do servidor que iremos instalar, mas como estamos integrando-o no AD, vamos colocar o nosso domínio aí. Quanto as portas, só convém mudar se já existir algum serviço as utilizando neste host;

OpenFire configuração de domínio

5º – Agora, a conexão com os dados no OpenFire poderá ser feita por um banco de dados externo ou interno, contudo vou deixar minha impressão a respeito do banco de dados interno.

Minha primeira instalação do OpenFire foi utilizando seu próprio banco de dados e não tive uma boa experiência porque ao terminar a instalação, simplesmente não consegui me logar na área administrativa do OpenFire por conta, julgo eu, de um bug. Pesquisei na net sobre isso e descobri que na versão 3.7.0 existia sim este bug, mas que nesta versão que estou instalando(3.7.1) já haviam corrigido, mas pelo que andei testando nesta, também não rolou. Ainda pesquisando na net, descobri um site que ensinava uma maneira de corrigir este bug após a instalação(http://red5guide.com/install_openfire_on_windows_server.html#openfirepassword), só que ao ler o guia, percebi que eu tinha que ter acesso a base de dados do OpenFire para dar um UPDATE em tabela de usuário e não achei muito simples ou possível fazer isso utilizando o banco de dados interno, por isso optei por utilizar um externo. Mas quero deixar claro que não significa que não irá funcionar utilizando o interno, mas este tutorial irá tratar especificamente de conexão com um externo.

Seguindo então na primeira opção, Conexão Padrão do Banco de Dados.

Conexão com banco de dados no OpenFire

6º – Aqui abaixo tenho a opção de escolher vários bancos, mas neste caso aqui, vai ser o Mr. Microsoft SQL Server mesmo.

Tipo de Banco de Dados

7º- (importante) E agora a configuração do bicho(bicho SQL Server). Entretanto, antes de tudo, crie um grupo no AD com o nome que desejar dentro de Users. Eu escolhi o nome spark para forçar quem for criar usuários no AD, lembrar que sempre devem acrescentar este grupo ao usuário. A criação do grupo é para ter a opção de controle de usuários que podem e não podem ter acesso para utilizar o Spark(cliente de mensagens local), enfim, se desejar segregá-lo, não acrescente este grupo ao usuário que você acha que não deve bater papo com ninguém.

Criação de Grupo no AD

8º – Criei um usuário no AD que é membro dos grupos Administrators, Domain Admins, Domains Users e claro, também o tornei membro do grupo spark. Fiz um usuário neste nível porque não quis misturar o usuário administrador do AD utilizado por usuários avançados com o específico deste sistema que estamos instalando, até porque ele será utilizado mais adiante algumas vezes.

Criação de Usuário Administrador de AD

9º – E para quem não manja muito de SQL Server, abaixo descrevo como criei o banco.

Para criar uma nova base de dados, dentro do gerenciador de banco de dados SQL Server Management Studio, clique com o botão direito em cima de Databases e em seguida, New Database. Dei o nome de SPARKDB para a database, coloquei o banco inicial com 40 megabytes(uns vão achar que é muito, mas deixei assim mesmo) e com Autogrowth ligado em 30%, que quer dizer que toda a vez em que ele atingir seu tamanho máximo(na primeira vez serão 40 megas), ele aumentará 30% deste tamanho automaticamente. Vale lembrar que estou me baseando numa base de dados de 200 usuários utilizando o Spark.

Criação do banco de dados

10º – Ainda dentro do SQL Server Management Studio, em Security, clique com o botão direito e em seguida New Login. Em Login Name, utilizei o mesmo nome do usuário do AD, openfire e marquei SQL Server Authentication utilizando a mesma senha do usuário do AD para não me confundir depois, pois quando tentei com o do AD não consegui me logar no SQL Server.

Desmarquei todas as opções de verificações de senha.

E fiz uma alteração do default Database porque entendo que este usuário deve controlar apenas o seu banco, que no nosso caso é o SPARKDB.

Configuração de Usuário para conexão no SQL Server

11º – Na opção Server Role, marquei diskadmin para este usuário porque da última vez que não marquei, deu pau.

Regra do Servidor

12º – Em User Mapping, escolhi a base SPARKDB em específico e marquei db_owner para também colocar como dono daquele banco. E por último, cliquei em OK e a partir daí posso até fechar o SQL Server Management Studio.

User Mapping

13º – Até que enfim, voltei para este carinha aqui. No nosso caso escolhi o SQL Server, coloquei o usuário openfire do banco de dados e alterei a linha da URL do Banco de Dados de:

jdbc:jtds:sqlserver://[host-name]/[database-name];appName=jive

para:

jdbc:jtds:sqlserver://nomeservidor:1433/SPARKDB;appName=jive

Repare que utilizei a porta do SQL Server que é 1433 junto com o nome do servidor.

Configuração do acesso da aplicação ao banco de dados

14º – Nesta tela escolhi a opção que utiliza LDAP porque quero me conectar no AD.

Openfire LDAP

15º – Bem, aqui tem que ser:

O Tipo de servidor tem que ser Active Directory;

Em Host, o nome do seu host. Vale lembrar que apesar de o ip também funcionar aqui(eu acho), uma pessoa que trabalha com AD me orientou colocar o nome do host mesmo.

Na Porta, deixe quietinho este 389 aí.

DN Base. Este cara você vai colocar desta forma: se seu domínio é aeroporto.cumbica, coloque dc=aeroporto,dc=cumbica;

DN Administrador: O nome daquele usuário que criamos, no caso o openfire(preferencialmente) com o seu domínio. Então ficaria assim:

openfire@aeroporto.cumbica

OBSERVAÇÃO(atualização em 17/12/2014): caso você não obtenha sucesso ao colocar o DN Administrador da forma como está descrito acima, tente usar desta forma:

CN=openfire,CN=users,DC=meudominio,DC=continuacao_do_nome_do_dominio

Ou seja:

CN=openfire,CN=users,DC=aeroporto,DC=cumbica

Configuração da Conexão com o AD

16º – Neste passo, onde está definido sAMAccountName deixei como está, só alterando apenas onde se encontra Configurações Avançadas > Filtro de Usuário de:

(&(objectCategory=person)(objectClass=user) (memberOf=CN=grupo_de_usuarios_do_ad_que_vao_utilizar_o_spark, CN=pasta_onde_esta_meu_usuario_admin_no_ad, DC=meu_dominio,DC=continuacao_do_nome_do_meu_dominio))

para:

(objectClass=organizationalPerson) (&(objectCategory=person)(objectClass=user) (memberOf=CN=grupo_de_usuarios_do_ad_que_vao_utilizar_o_spark, CN=pasta_onde_esta_meu_usuario_admin_no_ad, DC=meu_dominio,DC=continuacao_do_nome_do_meu_dominio))

Depois, só mando testar as configurações e se estiver tudo ok, é exibida para mim uma tela com o resultado do teste. No meu caso ele trouxe um usuário do AD de forma aleatória e deverá fazer isso com você também.

Mapeamento de usuário

Teste de Conexão com mapeamento de usuário

17º – Este cara aí abaixo, eu fui orientado para ignorá-lo e passar batido e foi isso o que fiz.

Mapeamento de Grupo

18º – Neste último passo, configuro a conta do administrador(Fui colocando vários usuários do AD que achei que deveriam ser admins do OpenFire).

Conta do Administrador

Pronto! Agora tente se logar no OpenFire com os usuários admins que você criou.

Já sabe, se der pau no login, utilize o procedimento do site abaixo. Claro, depois de ter parado e reiniciado tanto o serviço do aplicativo, quanto o pc que está instalado.

http://red5guide.com/install_openfire_on_windows_server.html#openfirepassword

Para configurar os grupos do AD no seu OpenFire, clique no link abaixo.

https://mastigado.wordpress.com/2013/05/21/adicionando-seus-grupos-do-ad-no-openfire/

Para aumentar a quantidade de memória do seu OpenFire caso note que o serviço esteja travando(isso acontece quando se tem muitos usuários logados).

https://mastigado.wordpress.com/2013/01/25/aumentando-a-memoria-do-java-do-openfire/

Para rodar o OpenFire como serviço, siga os passos abaixo(peguei em um blog).

Quando você instala o OpenFire no Windows ele roda como uma aplicação e para ele rodar como serviço, você deve configurá-lo para isso.

Para instalar o serviço do OpenFire abra o pronpt de comandos e vá até o diretório de instalação e entre na pasta bin (%programfiles%openfirebin). Agora use os comandos abaixo para configurar o serviço.

openfire-service /install  Instala o serviço

openfire-service  /uninstall  Remove o serviço

openfire-service /start   Inicia o serviço

openfire-service /stop   Para o serviço

Use o /install e depois vá nos serviços do Windows e configure-o para iniciar automaticamente.

Para alterar as informações pessoais no client Spark.

Quando você se integra no AD, surge um pequeno incoveniente na hora de os usuários poderem alterar suas informações pessoais(nome, telefone, avatar, etc), pois tudo vem do Active Directory automaticamente a partir de então.

O usuário pode se deparar em sua tela com a mensagem abaixo ao tentar realizar qualquer alteração.

server does not support cards unable to save your vcard

Para resolver este pequeno problema, o 1º e o 2º passos são questionáveis e por isso, entendo que somente o 3º é necessário.

  1. Baixar o plugin LDAP Vcard(ldapvcardavatar.jar). Pelo que andei lendo, este plugin ainda está beta e em sua documentação ele diz para que você o utilize por sua conta e risco(depois que instalei e configurei, tive a certeza de ele é beta), mas acho que não temos muitas opções, não? Fui no endereço http://community.igniterealtime.org/docs/DOC-1350 e o baixei.
  2. Em seguida, instalei o “bicho” no servidor.

    Plugin LDAP Vcard para Openfire

    Plugin LDAP Vcard para Openfire

  3. Mas sinceramente, o plugin está em estado depreceated e por isso, você pode ir direto em em Propriedades do Sistema, que fica dentro de Gerenciamento do Servidor e alterar o parâmetro false para true do atributo ldap.override.avatar.

    Propriedades do Sistema

    Propriedades do Sistema

Prós e Contras deste procedimento.

Prós:

  • Se você seguir os passos acima, ele realmente deixará que você altere seu avatar;

Contras:

  • Você só conseguirá alterar as informações de sua conta caso altere o seu avatar antes de clicar no botão Salvar.
  • Mesmo que você altere as informações de sua conta, toda a vez em que você fizer um logout, o Spark irá carregar todas as informações do AD novamente, exceto o avatar.

É, mais contras do que prós né? Se quiser alterar mesmo as informações dos seus usuários Spark, altere no AD, reinicie o Openfire ou até o servidor do Openfire e torça(ou reze) para que ele leia as novas informações do seu AD e carregue nos grupos do Openfire.

Ah! Claro. Tem um cidadão(http://community.spiceworks.com/topic/211784-openfire-3-7-1-spark-ad-integrated-nickname-won-t-save-locally-vcard-only) que disse que se eu instalasse o plugin Client Control, eu poderia permitir que um usuário do Spark pudesse alterar os seus dados, mesmo logado no AD. Bem, para chegar neste controle, basta ir em Servidor > Gerenciamento de Cliente, mas sinceramente, não rolou. Se com alguém funfou, digam aí, belz?

fonte para auxílio na instalação do openfire: http://douglasdionisio.com/2010/10/17/instalando-e-integrando-o-openfire-ao-ad/

Bom deixar também aqui um agradecimento a meu amigo Ricardo Peixoto que desmistificou os enigmas dos parâmetros do AD para mim, pois sem saber para que serviam aqueles tals de “DC”, “CN” e o funcionamento do AD em si, eu não teria conseguido montar este servidor.

AGORA, DUAS DICAS VALIOSAS QUE SÓ APRENDI NA PORRADA

  1. Caso seus usuários, mesmo estando no grupo específico para o Spark ainda assim não estiverem aparecendo na lista de pessoas do cliente Spark, você deve colocar o seu grupo principal sendo como Domain/Users, no Active Directory, feito isso, estes usuários irão aparecer na lista de usuários do Spark normalmente.
  2. Caso precise adicionar ou retirar administradores do OpenFire, o local correto para se fazer isso quando integrado no AD é Servidor > Gerenciamento do Servidor > Propriedades do Sistema > admin.authorizedJIDs e em seguida, editar esta propriedade.

Tá aí então, mastigado.

Tutorial para instalação do plugin Jappix que é um client de conversação para a web.

https://mastigado.wordpress.com/2013/01/08/instalar-client-web-jappix-no-openfire-para-bater-papo-usando-o-navegador/

Tutorial para instalação do aplicativo Xabber que é um client de conversação para a Android.

https://mastigado.wordpress.com/2015/10/07/instalar-xabberspark-no-android-para-se-conectar-no-openfire/

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Criação de usuários ftp para acesso ao Wordpress no Linux

Se você instalou o WordPress no seu Linux e precisa instalar plugins nele, não tenha medo, vamos configurar tudo isso agora.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Para adicionar um usuário ftp para instalar plugins no WordPress pelo Linux, crie um usuário ftp, tal que sua pasta home seja a:

/pasta_onde_esta_instalado_o_wordpress_/wp-content

Torne o usuário de ftp proprietário da pasta com o comando

chown -R usuario_do_ftp:usuario_do_ftp /pasta_onde_esta_instalado_o_wordpress_/wp-content

Para não ter problemas com upload e criações de pasta dentro dela, dê um comando chmod recursivo nela.

chmod 777 -R /pasta_onde_esta_instalado_o_wordpress_/wp-content

E no final do arquivo wp-config.php, coloque o comando abaixo para não ter problema com seu diretório(Unable to locate wp-content directory é a mensagem de erro).

</pre>
if(is_admin()) {
 add_filter('filesystem_method', create_function('$a', 'return "direct";' ));
 define( 'FS_CHMOD_DIR', 0751 );
 }
<pre>

Pronto, mastigado.

Instale o plugin que quiser e seja feliz.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Como ordenar um DB Grid utilizando Radio Group no Delphi com SQL Server via ADO

Bem, este post vai para quem está criando uma Unit(uma telazinha do Delphi para colocarmos as coisas) com um Data Grid e pretende ordenar os seus elementos utilizando um Radio Group. Eis aqui um tutorial bem mastigado para entendermos.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Assistindo a video aula do professor Neri que trata de Delphi em seu primeiro dvd, modifiquei o seu exemplo em que cria um formulário acessando banco de dados Interbase para conectarmos no SQL Server 2008 R2 utilizando o componente ADO do Delphi.

– Certifique-se de ter ido na aba ADO do Delphi e colocado um componente do tipo ADO Connection em uma Unit;

– Após clicar no seu componente ADO Connection que está em na sua Unit, dirija-se em Object Inspector e altere o campo ConnectionString seguindo os passos:

  1. Clique nos pontinhos para chamar a guia de configuração;
  2. Clique em Build para chamar as propriedades de associação de dados;
  3. Clique no campo dentro do select para selecionar qual o servidor está o seu banco SQL Server(lembre-se que você só deve utilizar  a segurança integrada do Windows NT caso você esteja num domínio e seu usuário já esteja selecionado para fazer a conexão com o banco, caso contrário, digite o seu login e senha do banco);
  4. Após encontrado e selecionado o banco, defina qual a base de dados que irá utilizar dele;
  5. E por último, teste a conexão e clique em Ok se estiver tudo bem.
Conexão com SQL Server 2008 R2

Conexão com SQL Server 2008 R2 no Delphi

– Continue em Object Inspector e altere o campo Name para o nome que deseja, DefaultDatabase para o nome do banco que deseja conectar;

– Ainda na aba ADO, selecione o componente ADOTable e arrastre para a sua Unit e em Object Inspector, a opção Active deve estar marcada como True, Connection com a Unit que contenha o componente ADOConnection feito, TableName com a tabela que deverá ser utilizada na DB Grid e em IndexName qual o índice da tabela que você acha que deve ser utilizado.

– Agora, na aba Data Access o componente DataSource deverá ser posto na Unit em questão e Object Inspector, seu parâmetro será em DataSet, a tabela ADO que acabamos de nos conectar(no caso, ADOTable1).

Ordenação por código e nome

Ordenação da DB Grid do Delphi via ADO

6º – No componente Radio Group deve-se dar dois cliques para iniciar um procedure para cada radio.

Aqui, vamos utilizar uma linha de um exemplo do fórum do Guia do Hardware.

No exemplo em questão é sugerido o seguinte modelo para conexão com a tabela:

table1.indexfieldnames:= ‘NomeDoCampo’;

Onde table1 seria nossa tabela ADOTable1 e ‘NomeDoCampo” o campo que desejamos ordenar da nossa tabela.


procedure TfrmCidade.rgClick(Sender: TObject);
begin
  case rg.ItemIndex of
    0: ADOTable1.IndexFieldNames := 'cid_codigo';
    1: ADOTable1.IndexFieldNames := 'cid_nome';
  end;
end;

Pronto, agora é só compilar e clicar em cada radio button que vai rolar.

referências: http://forum.clubedohardware.com.br/resolvido-delphi/712075

fonte: https://mastigado.wordpress.com

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