Instalar e configurar Spark e OpenFire 4.1.3 no Debian Linux com integração no AD do Windows utilizando SQL Server 2008 R2

Olá pessoal

Tendo observado que a maioria das pessoas que entram no blog querem saber como instalar o OpenFire 4.1.3 com integração no AD. Pois bem, vou tentar ser mais objetivo para aqueles que estão tendo dificuldade em instalar e integrá-los.

ESCLARECIMENTO SOBRE ESTE POST(LEIA ANTES DE TUDO).

  1. Quando você tiver instalado e integrado ao AD o seu OpenFire, não existirá mais a necessidade de adicionar usuários e grupos manualmente dentro do Spark, a partir daí, você precisará apenas criar um usuário no AD e colocá-lo no grupo spark. Somente isso bastará para aparecerem listados todos os usuários no Spark de todos os clientes.
  2. Leia devagar e com atenção o passo a passo para a instalação até o 18º ítem que dará tudo certo, pois detalhei muito bem. Devagar, por favor.
  3. Logo após o passo a passo, eu marquei de vermelho todos os ítens que considero fundamentais para o pós-instalação, então por favor novamente, leia-os com atenção. Se surgiu alguma dúvida no meio do caminho, leia até o final porque talvez posso tratá-la mais abaixo.

Hoje vamos configurar um servidor de mensagens instantâneas de nome OpenFire no Linux Debian 8.7.1

fonte: https://mastigado.wordpress.com

1º – Instalaremos o arquivo executável do OpenFire(não importa a versão). Baixamos o arquivo do site ;

Arquivo executável do OpenFire

2º – E no terminal do Linux, vamos até onde o executável está.

3º – Pelo fato de poder aparecer algum erro do tipo “java7-runtime-headless não está instalado”, instalaremos o pacote abaixo.

apt-get install default-jdk

4º – Em seguida executamos o comando para instalarmos o pacote Debian do Openfire.

dpkg -i openfire_4.1.3_all.deb

5º – Agora daremos início a nossa instalação pela web. Siga no navegador e digite http://o_ip_do_seu_servidor_onde_sera_instalado_o_openfire:9090 e veremos algo para já configurarmos a linguagem da aplicação.

6º – Agora, configuraremos o nosso domínio. No nome do Domínio o correto é ficar com empresa.local (que seria o nome do meu domínio) e no Server Host Name (FQDN) eu voltei atrás e coloquei o ip do meu servidor Linux, pois também funciona e é mais garantido quando você não tem um servidor que “resolve” os nomes de servidores Linux em sua rede.

Quanto as portas, só convém mudar se já existir algum serviço as utilizando neste host. Você também tem a opção de nessa versão definir o tipo de criptografia que irá usar, porém por enquanto eu não irei trabalhar com isso.

OpenFire configuração de domínio

7º – Agora, a conexão com os dados no OpenFire poderá ser feita por um banco de dados externo ou interno, contudo vou deixar minha impressão a respeito do banco de dados interno.

Minha primeira instalação do OpenFire foi utilizando seu próprio banco de dados e não tive uma boa experiência porque ao terminar a instalação, simplesmente não consegui me logar na área administrativa do OpenFire por conta, julgo eu, de um bug. Pesquisei na net sobre isso e descobri que na versão 3.7.0 existia sim este bug, mas que nesta versão que estou instalando(4.1.3) acredito que tenham corrigido.

Ainda pesquisando na net, descobri um site que ensinava uma maneira de corrigir este bug de não conseguir conectar o banco interno após a instalação(http://red5guide.com/install_openfire_on_windows_server.html#openfirepassword), só que ao ler o guia, percebi que eu tinha que ter acesso a base de dados do OpenFire para dar um UPDATE em tabela de usuário e não achei muito simples ou possível fazer isso utilizando o banco de dados interno, por isso optei por utilizar um externo. Mas quero deixar claro que não significa que não irá funcionar utilizando o interno, mas este tutorial irá tratar especificamente de conexão com um externo.

Seguindo então na primeira opção, Conexão Padrão do Banco de Dados.

Conexão com banco de dados no OpenFire

8º – Aqui abaixo tenho a opção de escolher vários bancos, mas neste caso aqui iremos apenas escolher o Microsoft SQL Server e efetuar uma pausa na instalação para podermos configurar o nosso banco de dados.

Tipo de Banco de Dados

9º- (importante) Agora faremos a configuração da nossa base de dados no SQL Server, porém antes crie um grupo no Active Directory (AD) com o nome que desejar dentro do diretório Users. Eu escolhi o nome spark para forçar quem for criar usuários no AD, lembrar que sempre devem acrescentar este grupo ao usuário.

Entenda que a criação deste grupo é para se ter a opção de controle de usuários que podem e que não podem ter acesso para utilizar o Spark, Pandion, Pidgin, etc (clientes de mensagens local) no servidor Openfire que estamos criando. Enfim, se desejar segregar alguém, não acrescente este grupo ao usuário que você acha que não deve bater papo com ninguém.

Criação de Grupo no AD

10º – Criei um usuário no AD que é membro dos grupos Administrators, Domain Admins, Domains Users e claro, também o tornei membro do grupo spark. Fiz um usuário neste nível porque não quis misturar o usuário administrador do AD utilizado por usuários avançados com o específico deste sistema que estamos instalando, até porque ele será utilizado mais adiante algumas vezes.

Criação de Usuário Administrador de AD

11º – E para quem não manja muito de SQL Server, abaixo descrevo como criei o banco.

Para criar uma nova base de dados, dentro do gerenciador de banco de dados SQL Server Management Studio, clique com o botão direito em cima de Databases e em seguida, New Database. Dei o nome de SPARKDB para a database , coloquei o banco inicial com 200 megabytes (uns vão achar que é muito, mas deixei assim mesmo) e com Autogrowth ligado em 50%, que quer dizer que toda a vez em que ele atingir seu tamanho máximo (o tamanho inicial é de 200 megas), ele aumentará 50% deste tamanho automaticamente. Coloquei 50% para que a base não fique tão fragmentada no hard disk. Vale lembrar que estou me baseando numa base de dados de 200 usuários utilizando o Spark.

Observação 1: Em uma nova implantação que fiz chamei esta base de dados de OPENFIREDB ao invés de SPARKDB porque na época eu não sabia diferenciar Spark de Openfire por conta da confusão que meu chefe fazia ao chamar tudo de Spark. E enfim, acho que nomear o banco de dados como OPENFIREDB fica coerente. porém neste tutorial seguirei com o nome de SPARKDB mesmo.

Criação do banco de dados

12º – Ainda dentro do SQL Server Management Studio, em Security, clique com o botão direito e em seguida New Login. Em Login Name, utilizei o mesmo nome do usuário do AD, openfire e marquei SQL Server Authentication utilizando a mesma senha do usuário do AD para não me confundir depois, pois quando tentei com o do AD não consegui me logar no SQL Server.

Desmarquei todas as opções de verificações de senha.

E fiz uma alteração do default Database porque entendo que este usuário deve controlar apenas o seu banco, que no nosso caso é o SPARKDB.

Configuração de Usuário para conexão no SQL Server

13º – Na opção Server Role, marquei diskadmin para este usuário porque da última vez que não marquei, deu pau.

Regra do Servidor

14º – Em User Mapping, escolhi a base SPARKDB em específico e marquei db_owner para também colocar como dono daquele banco. E por último, cliquei em OK e a partir daí posso até fechar o SQL Server Management Studio.

User Mapping

15º – Até que enfim, voltei para este carinha aqui. No nosso caso escolhi o SQL Server, coloquei o usuário openfire do banco de dados e alterei a linha da URL do Banco de Dados de:

jdbc:jtds:sqlserver://[host-name]/[database-name];appName=jive

para:

jdbc:jtds:sqlserver://nomeservidor:1433/SPARKDB;appName=jive

Repare que utilizei a porta do SQL Server que é 1433 junto com o nome do servidor.

Configuração do acesso da aplicação ao banco de dados

16º – Nesta tela escolhi a opção que utiliza LDAP porque quero me conectar no AD.

Openfire LDAP

17º – Bem, aqui tem que ser:

O Tipo de servidor tem que ser Active Directory;

Em Host, o nome do seu host. Vale lembrar que apesar de o ip também funcionar aqui(eu acho), uma pessoa que trabalha com AD me orientou colocar o nome do host mesmo.

Na Porta, pode deixar este 389 aí.

DN Base. Este cara você vai colocar desta forma: se seu domínio é aeroporto.cumbica, coloque dc=aeroporto,dc=cumbica;

DN Administrador: O nome daquele usuário que criamos, no caso o openfire(preferencialmente) com o seu domínio. Então ficaria assim:

openfire@aeroporto.cumbica

Configuração da Conexão com o AD

18º – Neste passo, onde está definido sAMAccountName deixei como está, e mantive a sugestão que o servidor me trouxe basicamente no formato abaixo:

(&(objectCategory=person)(objectClass=user) (memberOf=CN=grupo_de_usuarios_do_ad_que_vao_utilizar_o_spark, CN=pasta_onde_esta_meu_usuario_admin_no_ad, DC=meu_dominio,DC=continuacao_do_nome_do_meu_dominio))

Depois, só mando testar as configurações e se estiver tudo ok, é exibida para mim uma tela com o resultado do teste. No meu caso ele trouxe um usuário do AD de forma aleatória e deverá fazer isso com você também.

Mapeamento de usuário

Teste de Conexão com mapeamento de usuário

Vale lembrar que agora você pode também personalizar os valores no seu cliente mensageiro inserindo ou alterando os valores que vem do AD. Você pode pesquisar na net por Active Directory Attributes e se orientar por quais você pode utilizar (https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms675090(v=vs.85).aspx).

19º – Este cara aí abaixo, eu fui orientado para ignorá-lo e passar batido e foi isso o que fiz.

Mapeamento de Grupo

18º – Neste último passo, configuro a conta do administrador(Fui colocando vários usuários do AD que achei que deveriam ser admins do OpenFire).

Conta do Administrador

Pronto! Agora tente se logar no OpenFire com os usuários admins que você criou.

Já sabe, se der pau no login, utilize o procedimento do site abaixo. Claro, depois de ter parado e reiniciado tanto o serviço do aplicativo, quanto o pc que está instalado.

http://red5guide.com/install_openfire_on_windows_server.html#openfirepassword

Para configurar os grupos do AD no seu OpenFire, clique no link abaixo.

https://mastigado.wordpress.com/2013/05/21/adicionando-seus-grupos-do-ad-no-openfire/

Para aumentar a quantidade de memória do seu OpenFire caso note que o serviço esteja travando(isso acontece quando se tem muitos usuários logados).

https://mastigado.wordpress.com/2013/01/25/aumentando-a-memoria-do-java-do-openfire/

Para gerenciar o OpenFire  siga os passos abaixo.

Quando você instala o OpenFire no Linux  ele já roda como um serviço e para gerenciá-lo utilize os comandos abaixo.

Em resumo seria algo assim:


//Para iniciar o serviço

/etc/init.d/openfire start

//Para reiniciar o serviço

/etc/init.d/openfire restart

//Para forçar um reload

/etc/init.d/openfire force-reload

Contudo, quando tentei parar o serviço não consegui. O comando abaixo não funcionou comigo.

/etc/init.d/openfire stop

Então, uma alternativa que encontrei para paralisar este serviço foi consultar o processo do Openfire com o comando abaixo.

ps -ef | grep openfire

E com o resultado identifiquei o PID dele (Process ID), que no meu caso foi o número 8683 que está logo abaixo no começo da primeira linha.

openfire 8683 1 0 15:29 ? 00:00:08 /usr/local/jdk1.8.0_121/bin/java -server -DopenfireHome=/usr/share/openfire -Dopenfire.lib.dir=/usr/share/openfire/lib -classpath /usr/share/openfire/lib/startup.jar -jar /usr/share/openfire/lib/startup.jar
root 8839 788 0 15:52 pts/0 00:00:00 grep openfire

E depois de identificado o PID matei o processo utilizando o comando kill.

kill 8683

E pronto, desta maneira o processo do Openfire está parado. E para subir novamente utilize-se dos comandos que citei anteriormente.

Para desinstalar o Openfire no Debian Linux.

Por vezes precisamos reinstalar o Openfire e temos problemas por conta dos arquivos de configuração que ele guarda. Então para resolver este problema utilizamos o comando abaixo.

apt-get --purge remove openfire

Para que o Spark na versão 2.8.3 conecte no Openfire 4

Esta versão do Openfire traz algumas  alterações em relação a versão 3. Uma delas é o fato de que o uso de certificados válidos é necessário para conexão entre cliente e servidor, fato que irá fazer com que você não consiga se conectar utilizando mesmo nova versão do Spark caso não tenha o ambiente adequado implantado.

Para resolver este problema abra o Spark, siga na guia avançado e marque as opções Disable certificate hostname verification (not recommended) e Accept all certificates (self-signed/expired/hot trusted) como na figura abaixo e pronto. Conecte-se ao servidor.

 

Para alterar as informações pessoais no client Spark.

Quando você se integra no AD, surge um pequeno incoveniente na hora de os usuários poderem alterar suas informações pessoais(nome, telefone, avatar, etc), pois tudo vem do Active Directory automaticamente a partir de então.

O usuário pode se deparar em sua tela com a mensagem abaixo ao tentar realizar qualquer alteração.

server does not support cards unable to save your vcard

Para resolver este pequeno problema, o 1º e o 2º passos são questionáveis e por isso, entendo que somente o 3º é necessário.

  1. Baixar o plugin LDAP Vcard(ldapvcardavatar.jar). Pelo que andei lendo, este plugin ainda está beta e em sua documentação ele diz para que você o utilize por sua conta e risco(depois que instalei e configurei, tive a certeza de ele é beta), mas acho que não temos muitas opções, não? Fui no endereço http://community.igniterealtime.org/docs/DOC-1350 e o baixei.
  2. Em seguida, instalei o “bicho” no servidor.

    Plugin LDAP Vcard para Openfire

    Plugin LDAP Vcard para Openfire

  3. Mas sinceramente, o plugin está em estado depreceated e por isso, você pode ir direto em em Propriedades do Sistema, que fica dentro de Gerenciamento do Servidor e alterar o parâmetro false para true do atributo ldap.override.avatar.

    Propriedades do Sistema

    Propriedades do Sistema

AGORA, DUAS DICAS VALIOSAS QUE SÓ APRENDI NA PORRADA

  1. Caso seus usuários, mesmo estando no grupo específico para o Spark ainda assim não estiverem aparecendo na lista de pessoas do cliente Spark, você deve colocar o seu grupo principal sendo como Domain/Users, no Active Directory, feito isso, estes usuários irão aparecer na lista de usuários do Spark normalmente.
  2. Caso precise adicionar ou retirar administradores do OpenFire, o local correto para se fazer isso quando integrado no AD é Servidor > Gerenciamento do Servidor > Propriedades do Sistema > admin.authorizedJIDs e em seguida, editar esta propriedade.

Tá aí então, mastigado.

Tutorial para instalação do plugin Jappix que é um client de conversação para a web (ainda não testei nessa nova versão de Openfire).

https://mastigado.wordpress.com/2013/01/08/instalar-client-web-jappix-no-openfire-para-bater-papo-usando-o-navegador/

Tutorial para instalação do aplicativo Xabber que é um client de conversação para a Android.

https://mastigado.wordpress.com/2015/10/07/instalar-xabberspark-no-android-para-se-conectar-no-openfire/

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Linux não monta mais partição NTFS após atualização do Windows 8 e 10

Olá pessoal!

Essa dica vai pra quem tem dual boot Linux/Windows e que teve problema para remontar automaticamente partições NTFS após certa atualização do Windows 8 ou 10. Me refiro aqui a atualização que modificou uma série de coisas no sistema operacional da Microsoft que não sei listar ao certo, mas que alterou a forma de inicialização do Windows afetando a funcionalidade do script de montagem de partições no fstab.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Para resolver este problema basicamente você vai apenas desligar o modo de inicialização rápida do Windows. Então se você já souber como fazer isso sem precisar ver os screenshots abaixo vá tranquilo, caso contrário convido-lhe a passar o olho no resto do tutorial porque farei algumas considerações acerca deste problema que acontece também em outras ocasiões.

Senão, vamos ao passo a passo.

01 – Siga no Painel de Controle e vá em Opções de Energia.

01_painel_de_controle

02 – Ao lado direito vá em Escolher a função dos botões de energia.

02_escolher_funcao_botoes_energia

03 – Depois em Alterar configurações não disponíveis no momento.

03_alterar_configuracoes_nao_disponiveis_no_momento

04 – E desmarque a opção Ligar inicialização rápida (recomendado).

04_desmarcar_inicializacao_rapida

E pronto. Salve as alterações, reinicie seu pc, tente entrar no Linux novamente e confira se suas partições NTFS  montam automaticamente.

E se continuar dando problema após ter feito estes procedimentos?

Abra o prompt do Windows como administrador e digite o comando abaixo:

powercfg /h off

Algumas considerações sobre outras alternativas.

O código que utilizo para montar uma partição NTFS no arquivo fstab (localizado em /etc/fstab) está deste jeito:

/dev/sda1 /media/W10USBSO defaults,umask=000

Eu já escrevi um tutorial explicando como montar partições tanto por linha de comando quanto no fstab e você pode conferir aqui, porém para resolver este tipo de problema você precisa saber que quando o Windows entra em estado de hibernação é normal que não se consiga montar as partições em modo de leitura e escrita, mas sim em somente leitura como na linha abaixo dentro do console por exemplo:

mount -ro ntfs /dev/sda1 /home/usuario/teste/

Entretanto, depois desta atualização a que me refiro neste post, o Windows passando a ativar este modo de inicialização rápida deixa o sistema de arquivos como se estivesse em estado de hibernação e aí que reside o engano da interpretação do problema.

Muita gente tenta resolver este problema tentando desativar o arquivo de hibernação do Windows, mas para este nosso caso em específico esse procedimento não irá funcionar.

Quando o seu Linux não monta as partições NTFS durante o boot e você tem certeza que está tudo ok com seu Windows e que ele não está hibernando, geralmente a primeira coisa que tentamos fazer é montar a partição na linha de comando deste jeito:

mount -t ntfs /dev/sda1 /home/usuario/teste/

Mas aí você recebe um erro deste jeito:

Windows is hibernated, refused to mount.
Failed to mount '/dev/sda1': Operação não permitida
The NTFS partition is in an unsafe state. Please resume and shutdown
Windows fully (no hibernation or fast restarting), or mount the volume
read-only with the 'ro' mount option.

Então você pensa: “o Windows deve estar hibernando e não percebi”, aí conforme orientação de alguns blogs (para o caso da hibernação) você tenta remover o arquivo de hibernação pelo Linux:

mount -t ntfs-3g -o remove_hiberfile /dev/sda1 /home/usuario/teste/

E aí recebe o mesmo erro porque ele não está hibernando, não existe o arquivo hiberfile.

Cheguei a utilizar um outro comando para tentar corrigir algum erro na partição NTFS, o ntfsfix:

ntfsfix /dev/sda1

Mas me retornou algo similar, dizendo que o Windows está hibernando:

Mounting volume... Windows is hibernated, refused to mount.
FAILED
Attempting to correct errors...
Processing $MFT and $MFTMirr...
Reading $MFT... OK
Reading $MFTMirr... OK
Comparing $MFTMirr to $MFT... OK
Processing of $MFT and $MFTMirr completed successfully.
Setting required flags on partition... OK
Going to empty the journal ($LogFile)... OK
Windows is hibernated, refused to mount.

Então fica aí a dica, neste caso o seu problema está no Windows e não no Linux. E sinceramente, desabilitar esta opção de “fast startup” não fez diferença considerável para meu Windows 10 no quesito desempenho de inicialização.

fonte: https://askubuntu.com/questions/145902/unable-to-mount-windows-ntfs-filesystem-due-to-hibernation

fonte: https://www.vivaolinux.com.br/topico/Linux-Avancado/Linux-nao-monta-particao-NTFS

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Comandos básicos do editor Nano

Olá pessoal.

Hoje vou deixar uma lista básica de comandos do editor de texto Nano utilizado em modo texto no Linux. A necessidade maior deste post hoje é porque estou redigindo um tutorial sobre instalação de PHP no Linux e utilizarei esta orientação referente ao Nano para auxílio na interpretação do mesmo. Lembrando que estou utilizando a distribuição Debian, portanto não sei se sua distribuição Suse ou Fedora vem com ele previamente instalado e por causa disso talvez você tenha que utilizar os editores VI ou VIM.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Breve explicação sobre o editor de texto Nano

O Nano é um editor de texto que funciona em modo texto (inclusive é muito mais utilizado quando a nossa instalação Linux foi feita apenas em modo texto) e neste tutorial todas edições de arquivo serão feitas com ele. Ele lembra muito o Notepad (Bloco de Notas) do Windows, mas como é modo texto devemos utilizar alguns comandos somente no teclado. Vejamos:

Para abrir um arquivo com o Nano

nano nome_do_arquivo

Para copiar a seleção de uma ou parte de um texto

Com Alt (esquerdo) + a pressionado vamos selecionando o texto desejado com as setas do teclado

Para copiar a seleção de uma linha inteira

Coloque o cursor no início da linha e pressione Alt (esquerdo) + 6

Para colar o que foi copiado (Shift + Insert só cola no Nano coisas copiadas fora do programa)

Ctrl + u

Para recortar um trecho de código selecionado ou uma linha inteira se o cursor estiver no início dela

Ctrl + k

Para localizar um termo desejado

Ctrl + w e em seguida informe o texto que deseja buscar e dê Enter

Para gravar suas alterações feitas no arquivo

Ctrl + o

Para sair do programa

Ctrl + x

Tá aí então, mastigado.

fonte: https://mastigado.wordpress.com

fonte: http://blog.desdelinux.net/seleccionar-copiar-pegar-texto-en-nano/

Rdesktop no Linux

Olá pessoal!

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Hoje vou deixar uma dica simples para quem precisa acessar alguma estação Windows usando o Linux.

Como no Windows, utilizamos uma espécie de Área de Trabalho Remota no Linux para acessar Windows. Mas para isso temos antes que habilitar o acesso remoto no Windows.

Pois bem, no Windows serão 2 passos.

1º passo – Na estação Windows que você deseja conectar, siga em Painel de Controle > Sistema > Configurações Avançadas do Sistema, acesse a aba chamada Remoto, clique  em Permitir conexões de computadores que estejam executando versão de Área de Trabalho Remota (menos seguro) e em seguida clique em Selecionar Usuários para selecionar o usuário que poderá fazer esta conexão.

2º passo – Siga em Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > Firewall do Windows com Segurança Avançada, clique em Regras de Entrada, depois em Nova Regra. Na janela que se abrirá, em Tipo de Regra marque a opção Predefinida e escolha Área de Trabalho Remota, em seguida clique em Avançar e em Ação, marque a opção Permitir Conexão e depois clique em Concluir.

É bom lembrar que não marcamos nenhum tipo de conexão segura porque o Windows entende que clientes como Rdesktop não são seguros. Você consegue entender isso?

Ok!

Então vamos lá. Agora no Linux, se você estiver no Debian, dê o comando no terminal:

apt-get install rdesktop

E para acessar a sua estação Windows digite:

rdesktop -z -u login_do_usuario -p senha_do_infeliz_do_usuario -g 1024×768 -a 24 -f 192.168.1.114

Onde:

  • -z Quer dizer está ativada a compreensão rdp
  • -u Significa que é o login do usuário
  • -p A senha do usuário
  • -g É a resolução do usuário (1024×768, 800×600, etc)
  • -a : indica a quantidade de bits de cores (normalmente é limitada em 24bits no WTS)
  • -f Significa que o cliente abrirá em modo full screen
  • E por final o ip da máquina que você quer acessar.

Mas sinceramente, eu costumo utilizar apenas deste jeito:

rdesktop -u login_do_usuario -p senha_do_infeliz_do_usuario -g 1024×768 -f 192.168.1.114

E para utilizar como pasta mapeada conforme o blog Tecnopad (os créditos estão no final do post):

Conexão remota com redirecionamento de uma pasta do linux para ser visualizada no Windows após a conexão.

rdesktop -5 -a 16 -f -r disk:PastaVirtual=/home/tecnopad/disco 192.168.1.114

fonte: https://mastigado.wordpress.com

fonte: http://tecnopad.blogspot.com.br/2009/11/conexao-remota-com-rdesktop.html

Instalar Aplicativo de arquitetura i386 em 64 bit no Debian

Olá pessoal!

HOje vou deixar um dica bem básica sobre um problema comum que tive ao tentar instalar o Skype (recém comprado pela Microsoft) no meu Linux 64.

Precisei instalar o Skype no meu note que está utilizando o Debian 8 64bit, mas no site do Skype só existe versão 32bit para Linux. Então, pesquisando em fóruns, descobri que é possível sim instalar um programa de arquitetura 32bit num 64bit. Segue abaixo a dica.

Após efetuar o comando dpkg -i nome_do_seu_aplicativo.deb a ser instalado, caso ele seja 32 e o seu sistema operacional 64bit, siga o passo a passo:

dpkg –add-architecture i386

apt-get update

apt-get -f instal

Caso ainda restem dúvidas, poste aí.

fonte: http://community.skype.com/t5/Linux/64-bit-linux-version/td-p/991578

fonte: https://mastigado.wordpress.com

Configurar Debian Wheezy ou Jessie junto com o Windows após ter feito dual boot(e personalizando)

Olá pessoal! Happy new year! \o/

Bem gente, este post vai para quem precisa instalar Windows e Linux juntos no mesmo computador, seja ele pc, note ou netbook. Alguns podem até dizer assim “tira o Windows e deixa só o Linux” e é exatamente isso o que tenho feito em todos os meus pcs, mas(este mas é f***), por vezes precisamos instalar um SQL Server, um 3DS Studio Max, um Visual Studio para fazer testes e programar porque você é um profissional e sabe que não dá para ficar emulando isso no Wine. Por mais que a Microsoft tenha aberto o código do C#, programar na IDE do Mono não é a mesma coisa que no Visual Studio. Enfim, vamos  lá, vamos fazer o que né? Instalar o Linux no dual boot.

fonte: http:mastigado.wordpress.com

Para acessarmos as partições do Windows pelo Linux gravando, lendo e sendo feliz.

Eu não vou explicar para que serve o arquivo fstab porque o meu objetivo aqui é apenas mostrar a configuração que eu fiz para que você possa acessar sua partições que estão no Windows e no sistema de arquivo NTFS. O que você precisa saber sobre o arquivo fstab do Linux é que é nele que deixamos montadas as partições e unidades removíveis que estão permanentes no sistema operacional. Mesmo que isso seja uma explicação grosseira sobre o belo fstab é isso aí mesmo.

1 – Você tem que descobrir onde estão as unidades do Windows que você quer mapear no Linux. Uma das maneiras é utilizar o comando ls no diretório /dev, que é praticamente onde ficam todos os dispositivos físicos conectados no Linux. Você deve listar o diretório desta forma:

ls /dev

barradevMas neste caso acima, eu já sei que minhas partições do Windows são as unidades sda2 e sda3 porque quando fiz meu particionamento manual na instalação do Debian eu vi que elas estavam lá, mas caso você ainda tenha dúvida, você pode usar o navegador de arquivos e mesmo que ele não permita que você monte os seus arquivos, ele diz para você onde estão e quem são estas partições só pelo fato de você clicar sobre elas:

navegadorarquivosNo caso acima ele não deixou eu montar como usuário comum e sim somente como root. Bem, quanto a montar unidades manualmente na linha de comando eu não vou falar aqui porque é assunto para outro post, entretanto, esta é outra maneira de você poder ver a mensagem de erro que me informou onde está e quem é a minha unidade, daí para jogá-la no fstab é um pulo. Lembrando que também existe mais uma forma de se permitir visualizar e alterar as unidades (inclusive montar as partições manualmente), que é utilizar um aplicativo chamado Utilitário de Unidades(Disk Utility). E para dizer como este aplicativo é maravilhoso, vou fazer uma breve descrição sobre ele(portanto se quiser pular este mini texto, pode pular, pois tô fugindo do tema).

Utilitário de Unidades ou Disk Utility(nas versões em inglês)

O Utilitário de Unidades serve tanto para visualizar, quanto montar, desmontar, criar e recriar partições e inclusive formatá-las em vários tipos de sistema de arquivos. Ele também mede o desempenho da unidade fazendo benchmark e traz dados sobre seus dispositivos que só softwares do fabricante fariam, fora que se seu hd estiver bichado, ele avisa, portanto aqui vai um recado de coração sobre este detalhe, se o o Utilitário de Unidades(Disk Utility) algum dia avisar para você que algum hd que você plugou está bichado ou possui algum problema, mesmo que você ache que está tudo bem pelo fato de você tê-lo há anos ou ter comprado na semana passada, troque o hd sem choro(simplesmente compre um novo, faça o backup e use este hd somente para coisas que você sabe que não tem importância de serem perdidas, como temporadas de novelas da Rede Globo ou aquelas fotos do ano novo que você tira enquanto tá rolando a queima de fogos e que depois você nunca mais vai ver(porque quem tava lá era câmera fotográfica e não você, então não é importante porque você não se lembra)).

2 – Certifique-se de que você tem o pacote nffs-3g instalado, senão você tem que instalá-lo(caso seja outra distribuição Linux que não seja baseada em Debian) ou também instalá-lo se for um Debian, mas com o gerenciador de pacotes apt-get:

apt-get install ntfs-3g

Se ele disser que já está instalado, melhor.

3 – Crie as pastas onde ficarão mapeadas as suas unidades

Por padrão no Debian todos os dispositivos que são montados ficam na pasta /media, portanto recomendo criar as pastinhas para mapear estas unidades do Windows lá dentro. Existem distribuições que mapeam na /opt, outras como as baseadas em rpm mapeiam na /mnt, mas você pode criar até na sua home se quiser, mas isso se você quiser entendeu? Porque eu não quero. Então, dê aqueles comandos básicos:

mkdir /media/WINDOWS

mkdir /media/OUTRAPARTICAO

Depois, dê uma permissão de leitura e escrita recursiva para todos (donos, grupos e outros), assim você evita problemas futuros:

chmod 777 -R /media/WINDOWS

chmod 777 -R /media/OUTRAPARTICAO

4 – Finalmente abra o seu arquivo fstab

Agora, o mais bonito disso é, poderíamos ter vindo direto para cá sem passar por todas as etapas acima. Mas sabe como é… é bonito ver as pessoas lendo e se informando. Pois bem, entre no terminal, se logue como root e abra o fstab com o editor de texto Nano:

nano /etc/fstab

E cole estas duas linhas no final do arquivo:

/dev/sda2                              /media/WINDOWS                             ntfs defaults,               umask=000            0 0
/dev/sda3                              /media/OUTRAPARTICAO                 ntfs defaults,               umask=000            0 0

Pronto! Agora reinicie o seu pc e seja feliz. E lembre-se, se não funcionar, alguma coisa errada você fez e a culpa tenderá a ser sua, porque fiz minha parte.

Para acessarmos os mapeamentos do Samba no Linux:

Meu caro, a galera acessa os compartilhamentos do Samba na maioria das vezes pelo Windows, mas se esquece que dá para fazer isso também no Linux. Claro, onde você deve montar estas unidades? No fstab, é claro!

É parecido com o que fizemos para mapear as unidades no Windows, mas mudam algumas coisas já que existem outros parâmetros como login e senha por exemplo. Antigamente utilizávamos o pacote smbfs, só que ele caiu em desuso e agora é um utilizado o cifs, que mudou algumas configurações, mas no final faz a mesma coisa. O procedimento é o mesmo do mapeamento do Windows, primeiro você coloca o local que quer mapear (lá em cima foi uma unidade e aqui será um ip junto com o nome do mapeamento Samba) no computador remoto que deseja acessar. Lembrando que eu criei as pastas XUXACOMBLUSATRANSPARENTE e SOPARABAIXINHOS dentro do /media e com suas devidas permissões:

//192.168.25.120/XUXACOMBLUSATRANSPARENTE   /media/XUXACOMBLUSATRANSPARENTE       cifs      auto,defaults,file_mode=0777,dir_mode=0777,rw,username=usuariosamba,password=senha  2 1
//192.168.25.120/SOPARABAIXINHOS /media/SOPARABAIXINHOS cifs auto,defaults,file_mode=0777,dir_mode=0777,rw,username=usuariosamba,password=senha 2 1

Se você prestar atenção na linha cima, verá que há uma falha de segurança exposta, pois estou passando login e senha num arquivo que vai ficar gravado sem criptografia alguma e isso é extremamente falho. Existe outro método de mapeamento de unidades Samba em que você coloca o login e a senha em um arquivo separado e criptografado para ninguém acessá-lo. Portanto entenda que qualquer um que tenha pelo acesso temporariamente ao modo gráfico do Linux ou que tenha um cd de boot de Linux pode dar dois cliques em cima do fstab, digitar more /etc/fstab, entre outras loucuras mais exóticas, mas que sempre estará com o intuito de descobrir o seu login e senha. Então pense bem antes de implantar isso na sua empresa desta maneira. Não seja irresponsável achando que ninguém entende de Linux ou informática lá dentro.

Para instalarmos o Cairo-Dock(aquele dock do Mac que fica lá embaixo da tela):

Meus caros, trabalhar com o Cairo Dock no Gnome 3 para mim é um adianto. Não por causa do seu visual, mas porque eu não curto este negócio de ficar clicando num menu e ter de digitar o que estou procurando. Não, isto não funciona comigo, pois eu encontro melhor as coisas por nível de hierarquia(com o que está dentro de que). Imagine só, sei que no Painel de Controle do Windows contém Adicionar ou Remover Programas, Configurações de Rede e tudo mais, mas para um usuário que nunca usou o computador ou aquele usuário que já esqueceu como chegar nas coisas ou melhor, esqueceu o nome das coisas(como eu esqueço constantemente), como é que eu vou buscar algo que nem sei o nome? E o pior, nem sei onde está! Já basta o que a Microsoft fez com o menu Iniciar do Windows 8, que certamente por vezes torna mais ágil a busca, mas que para mim que não quer ficar digitando toda a hora porque tenho o mouse para fazer certas tarefas, não funciona. Observe os sistemas MAC-OS X da Apple e veja que ela coloca os seus atalhos por digitação dentro de Maçã > Preferences, mas a mesma mantém o dock com os atalhos para serem acionados pelo mouse. Então Microsoft, vá com sua tentativa de criar tendências para a PQP! E pessoal que fez o Gnome 3, eu amo vocês e fico grato por deixarem eu por meu Cairo Dock lá embaixo. Então instale o bicho:

apt-get install cairo-dock

E neste cara há duas configurações para serem feitas. Uma para caso você utilize o OpenGL e outra para caso você não utilize. Mas vale também lembrar que a configuração de aplicativos que iniciem no sistema do Debian Whezzy é diferente da do Jessie. E para isso, mostrei como se faz nos dois casos.

Caso você esteja utilizando o Debian Whezzy

Após instalado, você deve colocá-lo para iniciar automaticamente toda a vez em que você liga o seu pc. Para isso, vá em Aplicativos de Sessão(geralmente fica dentro de Sistema > Preferência > Aplicativos de Sessão) e crie um novo item colocando os parâmetros abaixo.

cairo_aplicativos_de_sessaoO curioso é que o Cairo pede que você que você coloque o parâmetro -o no comando cairo-dock no caso se você for usar o Cairo com OpenGL e -c para caso você não tiver suporte à OpenGL. Então neste caso o comando ficaria cairo-dock -o, mas mesmo eu configurando deste jeito, depois de algumas atualizações percebi que ele tirou este “-o” do meu aplicativo de sessão, Então fica deste jeito aí mesmo.

Se você procurar por Cairo Dock em janelas e aplicativos, quando você clicar nele, irá ver a seguinte mensagem:

cairo_dock_aviso

Como eu suponho que utilizo OpenGL deixo o -o no parâmetro de configuração. Dou um sim na escolha e eis que surge:

desktop_com_cairoMas lembre-se que para ele sempre inicializar com o seu sistema operacional configure-o nos aplicativos de sessão.

Caso você esteja utilizando o Debian Jessie

Ficou muito mais fácil de se colocar um aplicativo na inicialização do sistema. Vá em Sistema > Preferências > Ferramentas de Ajustes e pronto! Na janela que se abrirá clique no menu Aplicativos de inicialização, depois no + e escolha o aplicativo que desejar iniciar junto ao sistema.

aplicativos_de_inicializacao

Ah! Vou deixar também uma observação sobre os temas do Cairo. Aconselho que se você quiser alterar as configurações dos ícones do Cairo a não alterar as suas configurações de tema, pois eu achei meio bugado, a ponto de não conseguir voltar novamente para o tema que queria. Aconselho você instalar os dois pacotes abaixo via terminal:

apt-get install gnome-themes

apt-get install gnome-themes-extras

E depois ir em Configurações Avançadas, escolher a opção relacionada a tema e lá escolher o tema dos ícones porque terá o mesmo efeito caso você tivesse alterado a configuração de tema do Cairo Dock.

Para habilitar o clique duplo do mouse pad que vem desabilitado no Debian(sei lá porquê!):

Caras, este aqui é um caso peculiar. Eu sempre observei que a Microsoft copiava a Apple DESCARADAMENTE, até aí tudo bem porque eles não tem originalidade mesmo(ou não tinham até o Steve Jobs morrer e eles terem de se virar para inventar coisas ou só continuar copiando o Linux como eles já faziam), mas eu andei lendo alguns posts que a galera do Linux passou a copiar a Apple no intuito de trazer os usuários de MAC para o Linux. Olha, eu posso dizer que existem vários distros bem parecidas com o MAC, mas existe uma tal de Elementary OS que putz! Eu achei que fosse um MAC quando vi rodando num note branquinho na minha frente. Tem um post do Viva o Linux que fala sobre algumas distros parecidas(http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Tres-distros-inspiradas-no-Mac-OS). Mas voltando ao nosso tema, eu acho que galera do Linux sugou tanto a interface da Apple que para alterar as configurações do Note eles copiaram o Preferences do MAC OS X e disseram que é Configurações do Sistema no Gnome 3.

configuracoes_do_sistemaMeu, show de bola!Fica mais intuitivo e tal, ajuda pra caramba, mas é cópia e eu gostei assim mesmo. Agora, eu ainda acho que a galera do “terminal” ainda não percebeu isso e se você for procurar na net sobre como habilitar os cliques do touchpad do Notebook, você deverá encontrar um monte de caras mandando você instalar pacotes e alterar o arquivo xorg.conf e por aí vai.

Veja bem, na tela acima clique em Mouse e touchpad, em seguida na tela que se abrirá, clique na aba Touchpad e em Habilitar cliques do mouse com touchpad e pronto.

touchpad_linux

Para habilitar os itens da área de trabalho

Pois bem, colocaram também uma tal de Configurações Avançadas para você poder personalizar algumas coisas e uma dessas coisas é a opção de poder habilitar o que você deseja que seja mostrado na área de trabalho e até aí tudo bem, mas o estranho é você não conseguir ver já de cara nenhum arquivo ou pasta ou até mesmo colar algo em sua aŕea de trabalho sem que determinada opção esteja habilitada. Então vamos lá:

config_avancadasSe você observar bem, verá que é auto explicativo né? Quer mostrar a lixeira? Então deixa ligado a paradinha e por aí vai.

Ah! Bom lembrar que agora para enviar para lixeira ou excluir algo é Crtl + delete e Shift delete, respectivamente. Por que isso? Disseram que era por causa de segurança.

Pronto, tá aí bem mastigado.

observação: É bem provável que eu vá acrescentando coisas neste post que entender que são indispensáveis para a configuração do Debian.

fonte: http:mastigado.wordpress.com

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